Superliga Brasileira de Voleibol Feminino
Superliga
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|---|---|
| Voleibol | |
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| País | |
| Confederação | CSV |
| Organizador | CBV |
| Informações gerais | |
| Número de equipes | variável |
| Torneios internacionais | Sul-Americano de Clubes |
| Temporadas | |
| Primeira temporada | 1976 |
| Temporada atual | A 2025/2026 B 2025 C 2025 |
| Primeiro campeão | |
| Atual campeão | |
| Maior campeão | |
| Página oficial da competição | |
Campeonato Brasileiro de Voleibol Feminino é o principal torneio entre clubes de voleibol feminino do Brasil. Desde a temporada 1994/1995 é disputado com o nome-fantasia de Superliga.
O torneio é organizado anualmente pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e dá acesso ao seu campeão ao Campeonato Sul-Americano de Clubes.
Os direitos de transmissão da Superliga no Brasil pertencem a Rede Globo e RedeTV![1] em TV aberta e ao SporTV em TV fechada.[2]
História
A primeira competição de abrangência nacional no voleibol brasileiro foi em 1944, com o então chamado Campeonato Brasileiro. A competição era disputada por seleções estaduais, formato que se manteve até o final da década de 50.[3] Até 1978 também era disputada a Taça Brasil, um torneio que só reunia equipes dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
A partir de 1976, essa competição passou a ser aberta a equipes amadoras de todos os estados, sendo disputada a cada dois anos; apenas os campeões a partir desta edição são reconhecidos como campeões brasileiros de voleibol pela CBV. Em 1981 surge de fato o Campeonato Brasileiro com equipes profissionais.
Na temporada 1988/1989 o campeonato passa a ocorrer entre o segundo semestre de um ano e o primeiro do outro, adaptando-se assim às principais competições mundiais, surgindo a Liga Nacional. A Superliga foi disputada pela primeira vez na temporada temporada 1994/1995, com o fim da Liga Nacional. O número de participantes varia a cada ano. A partir da temporada 2012/2013, o torneio passou a contar com duas divisões - Série A e Série B, disputadas em paralelo.
Série A
A Série A é a principal divisão do torneio nacional. Uma das características históricas da Superliga Feminina foi a falta de uma padronização no sistema de disputa, que mudava a cada ano, assim como as regras e o número de participantes. Desde a temporada 2009/2010 a forma de disputa tem sido com uma fase classificatória em pontos corridos, turno e returno, quartas-de-final definidas em série melhor-de-três, semifinais em melhor-de-cinco e final em jogo único.
O campeão ganha o direito de disputar o Campeonato Sul-Americano de Clubes.
Última edição
Série B
Criada em 2014, a Série B corresponde à segunda divisão da Superliga e classifica o campeão e o vice do torneio para a disputa da Série A na temporada seguinte. De 2002 a 2013 a Liga Nacional tinha tal função.
Última edição
Série C
Em 2018 a CBV criou a Série C, que corresponde à terceira divisão da Superliga e classifica quatro equipes para participarem da Superliga B na temporada seguinte.[4] A nova competição substituiu a extinta Taça Prata.
Última Edição
Referências
- ↑ «RedeTV! transmite a Superliga de Vôlei em horário nobre a partir de quinta». RedeTV!. UOL. 25 de outubro de 2016. Consultado em 8 de dezembro de 2016. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2016
- ↑ «Rede TV! faz acordo com a Globo e Superliga de Vôlei volta à TV aberta». UOL. 8 de abril de 2015. Consultado em 24 de abril de 2017. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2016
- ↑ Junior, Nelson Kautzner Marques (2012). «História do voleibol no Brasil e o efeito da evolução científica da educação física brasileira nesse esporte» (PDF). EFDeportes.com. Revista Digital (170): 3. Consultado em 13 de outubro de 2025
- ↑ «CBV - CBV divulga sedes, fórmula de disputa e participantes da nova competição». 2018.cbv.com.br. Consultado em 18 de outubro de 2018


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