Campeonato Brasileiro de Futebol de 2026 - Série A

Brasileirão Betano – Série A 2026
Brasileirão 2026 - Série A
Campeonato Brasileiro de Futebol de 2026 - Série A
Dados
Participantes 20
Organização CBF
Período 28 de janeiro – 2 de dezembro[1]
Gol(o)s 60
Partidas 19
Média 3,16 gol(o)s por partida
Melhor marcador 4 gols:
Melhor ataque 7 gols:
Melhor defesa Nenhum gol:
Maiores goleadas
(diferença)
Botafogo 4–0 Cruzeiro
Estádio Nilton SantosRio de Janeiro
29 de janeiro, 1.ª rodada
 
Palmeiras 5–1 Vitória
Arena BarueriBarueri
4 de fevereiro, 2.ª rodada
Público 355 536[nota 1]
Média 18 712,4 pessoas por partida
◄◄ 2025 2027 ►►
atualizado em 5 de fevereiro

A Série A do Campeonato Brasileiro de 2026, oficialmente Brasileirão Betano – Série A 2026 por motivos de patrocínio,[2] é a 71.ª edição da principal divisão do futebol brasileiro. A disputa tem o mesmo regulamento dos anos anteriores, quando foi implementado o sistema de pontos corridos. Haverá pausa durante a Copa do Mundo de 2026 que ocorrerá entre 11 de junho e 19 de julho no Canadá, Estados Unidos e México.

Esta edição conta com a volta do Remo à elite do futebol brasileiro depois de 32 anos; a última vez que o clube jogou a competição foi em 1994. Com isso, é a primeira participação do clube na era dos pontos corridos e o primeiro representante da Região Norte na Série A desde seu arquirrival Paysandu em 2005.[3]

Direitos de transmissão

A partir dessa temporada, o Campeonato Brasileiro da Série A passou a ser disputado sob novos acordos de transmissão, firmados entre clubes, ligas e emissoras. Um dos contratos envolve a Amazon, que readquiriu seu pacote exclusivo de partidas com reajuste anual previsto de 10% até 2029. Com isso, o valor pago em 2025 de 265 milhões de reais passa para R$ 291,5 milhões em 2026, com média anual estimada em aproximadamente R$ 324 milhões ao longo do contrato.[4]

No âmbito da Liga Forte União do Futebol Brasileiro (LFU), em 2025, com a participação de onze clubes na Série A, a receita de direitos de transmissão foi de cerca de 1,5 bilhão de reais, considerando os acordos com o Grupo Record e a CazéTV. Para 2026, com dez clubes do bloco na elite do futebol nacional, o montante estimado é de aproximadamente R$ 1,4 bilhão, valor superior ao distribuído pelo bloco da Liga do Futebol Brasileiro (LIBRA) naquele período.[4]

O contrato da LIBRA com o Grupo Globo estabelece o pagamento de 1,17 bilhão de reais por temporada, acrescido da receita variável proveniente do canal pay-per-view Premiere. Parte do acordo envolve critérios de distribuição dos valores entre os clubes, incluindo percentuais relacionados à audiência e à participação nas diferentes plataformas de transmissão, como televisão aberta, televisão por assinatura e streaming.[5]

Venda dos direitos de transmissão

Em 2026, o modelo de transmissão do Campeonato Brasileiro mantém a divisão entre os blocos de clubes. As partidas dos clubes vinculados à LIBRA permanecem sob exclusividade do Grupo Globo, com exibição distribuída entre a TV Globo, o SporTV, o Premiere e o serviço de streaming gratuito GE TV.[5]

Já os jogos dos clubes da LFU são transmitidos por diferentes plataformas. Uma partida por rodada é exibida com exclusividade pelo Amazon Prime Video, enquanto outra é transmitida simultaneamente pela Record, pela CazéTV e pelo Premiere. Com exceção do jogo exclusivo da Amazon, as demais partidas também podem ser exibidas pelo Premiere e selecionadas para transmissão pela TV Globo ou pelo SporTV. As emissoras de televisão aberta seguem regras que limitam a exibição repetida de um mesmo clube em rodadas consecutivas, com o objetivo de equilibrar a grade de programação e a exposição das equipes.[6]

LFU LIBRA
Emissora ou serviço de streaming 1 jogo exclusivo por rodada 1 jogo por rodada Demais jogos Todos os jogos da rodada
TV Globo Exibição em TV Aberta de jogos selecionados para exibição nas quartas-feiras (21h30) e domingos (16h) com divisão regional (1 a 3), com transmissão em outros dias da semana em momentos esporádicos.
SporTV Exibição em TV Paga de jogos selecionados (geralmente 2) para transmissão em variados dias da semana.
Premiere Exibição em pay-per-view seguindo o horário estabelecido pela Record. Exibição em pay-per-view em variados dias da semana de todos os jogos.
GE TV Exibição no YouTube, TikTok, Globoplay e TV paga de um jogo por rodada transmitido pela Globo seguindo o horário estabelecido pela emissora.
Record Exibição em TV Aberta aos domingos (20h30), com algumas rodadas nas quartas-feiras (19h30), com transmissão em outros dias da semana em momentos esporádicos.
CazéTV Exibição no YouTube do mesmo jogo da Record seguindo o horário estabelecido pela emissora.
Prime Video Exibição por streaming pago.

Regulamento

Disputa

A Série A de 2026 será disputada por vinte clubes em dois turnos. Em cada turno, todos os times jogarão entre si uma única vez. Os jogos do segundo turno serão realizados na mesma ordem do primeiro, apenas com o mando de campo invertido. Não há campeões por turnos, sendo declarado campeão brasileiro o time que obtiver o maior número de pontos após as 38 rodadas.[7]

O modelo de classificação para competições continentais foi alterado. Até a edição anterior, os quatro primeiros colocados se classificavam para a fase de grupos da Copa Libertadores, o quinto e o sexto para a fase preliminar da mesma competição e os seis subsequentes à Copa Sul-Americana. A partir de 2026, a Copa do Brasil de 2026 garante duas vagas à Libertadores de 2027, com o campeão se classificando diretamente para a fase de grupos e o vice-campeão para a fase preliminar.[8] O campeão brasileiro se classifica para a Supercopa Rei de 2027.[7]

O limite de jogos para transferência também sofreu mudanças. Até 2025, um jogador poderia mudar de clube se tivesse jogado em, no máximo, seis partidas no atual time. A partir de 2026, o limite aumenta para doze jogos.[9] Como no ano anterior, cada equipe pode colocar na súmula da partida um máximo de nove jogadores de outras nacionalidades.[10]

Arbitragem

Introduzido em 2019, o árbitro assistente de vídeo ou VAR (do inglês Video Assistant Referee), estará disponível em todas as 380 partidas do campeonato, tendo seus custos com tecnologia e infraestrutura pagos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).[11]

Também estava previsto a introdução do impedimento semiautomático desde a primeira rodada do campeonato, com o cadastramento de vinte e sete estádios pela CBF para o uso da tecnologia,[12] mas devido a problemas estruturais, falta de avaliações sólidas e tempo, o sistema não foi implementado.[13] Apesar de não haver previsão, a entidade não descartou o uso da tecnologia ainda nesta temporada.[14] O sistema combina câmeras de alta velocidade instaladas ao redor do campo com sensores colocados dentro da bola. As câmeras captam em tempo real a posição de cada jogador e o sensor indica o exato momento do passe. A partir desses dados, um software gera uma animação em 3D que mostra o lance.[15]

Critérios de desempate

Em caso de empate por pontos entre dois cubes ou mais, os critérios de desempate são aplicados na seguinte ordem:[7]

  1. Maior número de vitórias;
  2. Maior número de saldo de gols;
  3. Maior número de gols pró (marcados);
  4. Confronto direto;
  5. Menor número de cartões vermelhos;
  6. Menor número de cartões amarelos;
  7. Sorteio.

Participantes

Equipe Cidade Estado Em 2025 Estádio (mando) Capacidade[16] Títulos
Athletico Paranaense Curitiba Paraná PR 2.º (Série B) Arena da Baixada 42 372 1 (2001)
Atlético Mineiro Belo Horizonte Minas Gerais MG 11.º Arena MRV 46 000 3 (1937,[17] 1971 e 2021)
Bahia Salvador Bahia BA 7.º Arena Fonte Nova 50 025 2 (1959 e 1988)
Botafogo Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 6.º Nilton Santos 46 831 3 (1968[nota 2], 1995 e 2024)
Chapecoense Chapecó Santa Catarina SC 3.º (Série B) Arena Condá 22 600 0 (não possui)
Corinthians São Paulo São Paulo SP 13.º Neo Química Arena 48 905 7 (1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015, 2017)
Coritiba Curitiba Paraná PR 1.º (Série B) Couto Pereira 40 502 1 (1985)
Cruzeiro Belo Horizonte Minas Gerais MG 3.º Mineirão 62 000 4 (1966, 2003, 2013 e 2014)
Flamengo Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 1.º Maracanã 78 838 8 (1980, 1982, 1983, 1992, 2009, 2019, 2020 e 2025)[nota 3]
Fluminense Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 5.º Maracanã 78 838 4 (1970, 1984, 2010 e 2012)
Grêmio Porto Alegre Rio Grande do Sul RS 9.º Arena do Grêmio 55 662 2 (1981, 1996)
Internacional Porto Alegre Rio Grande do Sul RS 16.º Beira-Rio 50 128 3 (1975, 1976, 1979)
Mirassol Mirassol São Paulo SP 4.º Maião 15 023 0 (não possui)
Palmeiras São Paulo São Paulo SP 2.º Allianz Parque 43 713 12 (1960, 1967[nota 2], 1967[nota 4], 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016, 2018, 2022, 2023)
Red Bull Bragantino Bragança Paulista São Paulo SP 10.º Cícero de Souza Marques[nota 5] 12 000 0 (não possui)
Remo Belém Pará PA 4.º (Série B) Mangueirão 53 635 0 (não possui)
Santos Santos São Paulo SP 12.º Vila Belmiro 20 360 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968[nota 4], 2002, 2004)
São Paulo São Paulo São Paulo SP 8.º Morumbis 66 795 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007, 2008)
Vasco da Gama Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ 14.º São Januário 20 419 4 (1974, 1989 e 1997 e 2000)
Vitória Salvador Bahia BA 15.º Barradão 30 793 0 (não possui)

Estádios

Athletico Paranaense Atlético Mineiro Bahia Botafogo Chapecoense Corinthians
Arena da Baixada Arena MRV Arena Fonte Nova Nilton Santos Arena Condá Neo Química Arena
Capacidade: 42 372 Capacidade: 44 892 Capacidade: 50 025 Capacidade: 44 661 Capacidade: 20 600 Capacidade: 48 905
Coritiba
Localização das equipes por Estado.
Localização das equipes participantes da Série A de 2026
Cruzeiro
Couto Pereira Mineirão
Capacidade: 40 502 Capacidade: 62 000
Flamengo Fluminense
Maracanã Maracanã
Capacidade: 78 838 Capacidade: 78 838
Grêmio Internacional
Arena do Grêmio Beira-Rio
Capacidade: 55 662 Capacidade: 50 842
Mirassol Palmeiras
Maião Allianz Parque
Capacidade: 15 000 Capacidade: 43 713
Red Bull Bragantino Remo Santos São Paulo Vasco da Gama Vitória
Cícero de Souza Marques Mangueirão Vila Belmiro Morumbis São Januário Barradão
Capacidade: 12 000 Capacidade: 53 635 Capacidade: 16 795 Capacidade: 72 039 Capacidade: 21 680 Capacidade: 35 618

Outros estádios

Além dos estádios de mando usual, outros estádios foram utilizados devido a punições de perda de mando de campo impostas pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva ou por conta de problemas de interdição dos estádios usuais ou simplesmente por opção dos clubes em mandar seus jogos em outros locais, geralmente buscando uma melhor renda.[30]

Classificação

Pos Equipe Pts J V E D GP GC SG Classificação ou descenso
1 São Paulo Red Bull Bragantino 6 2 2 0 0 2 0 +2 Fase de grupos da Copa Libertadores de 2027
2 São Paulo Palmeiras 4 2 1 1 0 7 3 +4
3 Santa Catarina Chapecoense 4 2 1 1 0 5 3 +2
4 São Paulo Mirassol 4 2 1 1 0 4 3 +1
5 São Paulo São Paulo 4[a] 2 1 1 0 3 2 +1 Segunda fase da Copa Libertadores de 2027
6 Rio de Janeiro Fluminense 4[a] 2 1 1 0 3 2 +1 Fase de grupos da Copa Sul-Americana de 2027
7 Bahia Bahia 4[a] 2 1 1 0 3 2 +1
8 Rio de Janeiro Botafogo 3 2 1 0 1 7 5 +2
9 Rio Grande do Sul Grêmio 3 2 1 0 1 6 5 +1
10 Paraná Athletico Paranaense 3 1 1 0 0 1 0 +1
11 Paraná Coritiba 3 2 1 0 1 2 2 0
12 Bahia Vitória 3 2 1 0 1 3 5 −2
13 Rio de Janeiro Vasco da Gama 1[b] 2 0 1 1 2 3 −1
14 Rio de Janeiro Flamengo 1[b] 2 0 1 1 2 3 −1
15 Minas Gerais Atlético Mineiro 1[b] 2 0 1 1 2 3 −1
16 Rio Grande do Sul Internacional 1 2 0 1 1 1 2 −1
17 São Paulo Santos 1 2 0 1 1 3 5 −2 Rebaixados à Série B de 2027
18 Pará Remo 1 2 0 1 1 2 4 −2
19 São Paulo Corinthians 0 1 0 0 1 1 2 −1
20 Minas Gerais Cruzeiro 0 2 0 0 2 1 6 −5
Atualizado até os jogos disputados em 5 de fevereiro. Fonte: CBF
Regras para classificação: 1) pontos; 2) vitórias; 3) saldo de gols; 4) gols marcados; 5) confronto direto (somente entre duas equipes); 6) menos cartões vermelhos; 7) menos cartões amarelos; 8) sorteio.
Notas:
  1. a b c Cartões vermelhos (amarelos): São Paulo 0 (1), Fluminense 0 (4), Bahia 3 (4).
  2. a b c Cartões vermelhos (amarelos): Vasco da Gama 0 (1), Flamengo 1 (4), Atlético Mineiro 1 (6).

Confrontos

Mandante \ Visitante ATP ATM BAH BOT CHA COR CTB CRU FLA FLU GRE INT MIR PAL RBB REM SAN SPA VAS VIT
Athletico Paranaense a a a a a
Atlético Mineiro a a a a a 2–2 a
Bahia a a 1–1 a a
Botafogo a a a 4–0 a a a a a a a
Chapecoense 4–2
Corinthians a a 1–2 a a a a a a a a a a
Coritiba a a 0–1 a
Cruzeiro a a 1–2 a a a a
Flamengo a a a a a 1–1 a a a a
Fluminense a a a a a a a a 2–1 a a a a a
Grêmio 5–3 a a a a a a a a
Internacional 0–1 a a a a a
Mirassol 2–1
Palmeiras a a a a a a a a a 5–1
Red Bull Bragantino 1–0
Remo 2–2
Santos a a a a a a 1–1 a
São Paulo a a a 2–1 a a a a a
Vasco da Gama a a a a 1–1 a a a a a a a a a a
Vitória a 2–0
Atualizado até aos jogos disputados em 5 de fevereiro. Fonte: CBF
Cores: Azul = vitória do clube mandante; Amarelo = empate; Vermelho = vitória do clube visitante.
Para jogos futuros, um "a" indica um artigo sobre o jogo.

Desempenho por rodada

Posições de cada clube por rodada:

Rodada ↓ ATP ATM BAH BOT CHA COR CTB CRU FLA FLU GRE INT MIR PAL RBB REM SAN SPA VAS VIT
1.ª 8 11 7 1 2 14 17 20 15 5 13 16 6 10 9 19 18 4 12 3
2.ª 10 15 7 8 3 19 11 20 14 6 9 16 4 2 1 18 17 5 13 12
3.ª
4.ª
5.ª
6.ª
7.ª
8.ª
9.ª
10.ª
11.ª
12.ª
13.ª
14.ª
15.ª
16.ª
17.ª
18.ª
19.ª
20.ª
21.ª
22.ª
23.ª
24.ª
25.ª
26.ª
27.ª
28.ª
29.ª
30.ª
31.ª
32.ª
33.ª
34.ª
35.ª
36.ª
37.ª
38.ª
Rodada ↑ ATP ATM BAH BOT CHA COR CTB CRU FLA FLU GRE INT MIR PAL RBB REM SAN SPA VAS VIT

Estatísticas

Artilharia

Pos. Jogador Equipe Gols[31]
1 Brasil Carlos Vinícius Grêmio 4
Brasil Danilo Botafogo
3 Brasil Jean Carlos Chapecoense 2

Assistências

Pos. Jogador Equipe Assists.[32]
1 Brasil Andreas Pereira Palmeiras 4
2 Argentina Alexander Barboza Botafogo 2
Argentina Álvaro Montoro Botafogo
Brasil Erick Vitória
Bélgica Francis Amuzu Grêmio
Jogador Clube Adversário Placar Data Ref.
Brasil Carlos Vinícius Grêmio Botafogo 5–3 (C) 4 de fevereiro [33]

Público

Maiores públicos

Estes são os dez maiores públicos do campeonato:

N.º Público[nota 6] Mandante Placar Visitante Estádio Data Rodada Ref.
1 52 792 Flamengo Rio de Janeiro 1–1 Rio Grande do Sul Internacional Maracanã 4 de fevereiro 2.ª [34]
2 40 310 Bahia Bahia 1–1 Rio de Janeiro Fluminense Arena Fonte Nova 5 de fevereiro 2.ª [35]
3 27 168 São Paulo São Paulo 2–1 Rio de Janeiro Flamengo Morumbis 28 de janeiro 1.ª [36]
4 23 812 Atlético Mineiro Minas Gerais 2–2 São Paulo Palmeiras Arena MRV 28 de janeiro 1.ª [37]
5 20 928 Fluminense Rio de Janeiro 2–1 Rio Grande do Sul Grêmio Maracanã 29 de janeiro 1.ª [38]
6 19 535 Coritiba Paraná 0–1 São Paulo Red Bull Bragantino Couto Pereira 28 de janeiro 1.ª [39]
7 18 340 Grêmio Rio Grande do Sul 5–3 Rio de Janeiro Botafogo Arena do Grêmio 4 de fevereiro 2.ª [40]
8 17 264 Internacional Rio Grande do Sul 0–1 Paraná Athletico Paranaense Beira-Rio 28 de janeiro 1.ª [41]
9 17 077 Chapecoense Santa Catarina 4–2 São Paulo Santos Arena Condá 28 de janeiro 1.ª [42]
10 16 733 Remo Pará 2–2 São Paulo Mirassol Mangueirão 4 de fevereiro 2.ª [43]

Premiação

Campeonato Brasileiro 2026
Série A
Brasil
A definir
Campeão
(?.º título)

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. Jogos com portões fechados não são contabilizados.
  2. a b Taça Brasil
  3. Em 1987, a CBF passava por uma grave crise financeira e anunciou que não poderia organizar o Campeonato Brasileiro nos mesmos moldes. Como resultado, os então treze grandes clubes do Brasil da época fundaram o Clube dos 13 para organizaram seu próprio campeonato chamado de Copa União. Vendo o sucesso que o novo torneio já demonstrava ter, a CBF decidiu que o campeão e vice-campeão da Copa União (Troféu João Havelange/Módulo Verde) enfrentaria o campeão e o vice-campeão do Troféu Roberto Gomes Pedrosa (Módulo Amarelo — que foi disputado por outras equipes) em um quadrangular. O Clube dos 13 não aceitou o regulamento e não permitiu que Flamengo e Internacional (campeão e vice-campeão da Copa União) jogassem o quadrangular. O Flamengo ganhou a Copa União, que foi disputada pelos maiores clubes do Brasil,[18] sendo reconhecida pelo Clube dos 13 e pelo Conselho Nacional de Desportos (CND), contrariando a resolução do CND e a maioria dos juízes do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em 1988, que na época eram as maiores instâncias do futebol nacional e mais tarde, em 2011 pela CBF que eventualmente revogou a decisão por uma decisão judicial. Note-se que, para a CBF, o Flamengo é considerado, de forma não oficial*, ao lado de Sport, campeão brasileiro de 1987, como demonstrado em 2011, não podendo homologá-lo por conta da decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF).[19][20] Em 24 de novembro de 2019, quando o Flamengo ganhou o Campeonato Brasileiro daquele ano, a entidade pôs, em seu site oficial, o título da Copa União na lista de conquistas do clube carioca, mas diferenciando os títulos em "Brasileiro" e "Copa União".[21] No dia seguinte, a CBF informou que acata a decisão do STF de que o Sport é o único campeão brasileiro de 1987 e, por isso, considerava oficialmente o Flamengo como hexacampeão brasileiro à época — e não hepta.[22][23] Mas, em uma nota enviada a imprensa, a entidade informou que, "a título de opinião, sob o ponto de vista esportivo, o Flamengo é merecedor da designação de heptacampeão brasileiro".[24][25] Além disso, quando foi entregar o troféu de Campeão Brasileiro de 2019 ao clube, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, ergueu o troféu sete vezes, ratificando novamente a opinião da CBF sobre a conquista de 1987.[26][27][28]
  4. a b Torneio Roberto Gomes Pedrosa
  5. O Estádio Nabi Abi Chedid passa por reformas. Com isso, o Red Bull Bragantino manda seus jogos no Estádio Cícero de Souza Marques.[29]
  6. Considera-se apenas o público pagante.

Referências

  1. «Calendário do Futebol do Brasil 2026 – Masculino Profissional» (PDF). CBF. 4 de outubro de 2025. Consultado em 30 de janeiro de 2026 
  2. «CBF divulga Regulamento Específico e tabela básica de todas as rodadas do Brasileirão 2026». CBF. 15 de dezembro de 2025. Consultado em 18 de dezembro de 2025 
  3. «Remo recoloca o Norte na Série A do Brasileirão: relembre a retomada e o retrospecto do time». Olympics.com. 24 de novembro de 2025. Consultado em 18 de dezembro de 2025 
  4. a b «LFU e Libra em 2026: o que muda nos valores pagos aos clubes no Brasileirão?». Estadão. Consultado em 21 de dezembro de 2025 
  5. a b «Disputa entre Libra e LFU termina com valores próximos; entenda quanto blocos vão faturar com TV». Ge.globo. 5 de fevereiro de 2025. Consultado em 21 de dezembro de 2025 
  6. «Saiba onde assistir o Brasileirão Série A 2026; confira todos os canais e streamings». Bola Vip Brasil. 12 de dezembro de 2025. Consultado em 19 de dezembro de 2025 
  7. a b c «Regulamento específico da competição – Campeonato Brasileiro Série A de 2026» (PDF). CBF. 15 de dezembro de 2025. Consultado em 30 de janeiro de 2026 
  8. «CBF explica mudanças em vagas para Libertadores via Brasileirão e como vice da Copa do Brasil disputará competição». ESPN Brasil. 16 de dezembro de 2025. Consultado em 30 de janeiro de 2026 
  9. «Brasileirão 2026 terá fim do G6 e novo formato de classificação». TNH1. 16 de dezembro de 2025. Consultado em 19 de dezembro de 2025 
  10. «CBF bate o martelo sobre limite de estrangeiros no Brasileirão». Lance!. 11 de dezembro de 2025. Consultado em 30 de janeiro de 2026 
  11. «VAR, cartões e pênaltis: quais serão as mudanças na arbitragem para o Brasileirão 2024?». ESPN. 12 de abril de 2024. Consultado em 26 de novembro de 2024 
  12. «Brasileirão não terá impedimento semiautomático desde o início; CBF cadastra 27 estádios». Ge.globo. 18 de janeiro de 2026. Consultado em 22 de janeiro de 2026 
  13. «Burocracias, testes e equipamentos em fase de importação adiam impedimento semiautomático no Brasileirão; entenda o caso». ESPN Brasil. 18 de janeiro de 2026. Consultado em 22 de janeiro de 2026 
  14. «Brasileirão não terá impedimento semiautomático desde o início». Terra. 18 de janeiro de 2026. Consultado em 22 de janeiro de 2026 
  15. «Saiba como funciona impedimento semiautomático, que chega ao Brasil em 2026». CNN Brasil. 10 de novembro de 2025. Consultado em 19 de dezembro de 2025 
  16. «CNEF Cadastro Nacional de Estádios de Futebol» (PDF). CBF. 18 de janeiro de 2016. Consultado em 14 de dezembro de 2016 
  17. «CBF reconhece título de 1937 e Atlético Mineiro se torna tricampeão brasileiro». CNN Brasil. Consultado em 25 de agosto de 2023 
  18. Ubiratan Leal (7 de novembro de 2007). «Crise, revolução e traição: a história da Copa União de 1987». Trivela. Consultado em 19 de março de 2014. Arquivado do original em 6 de junho de 2020 
  19. «CBF volta atrás e reconhece o Flamengo como campeão em 1987». iG. Consultado em 10 de agosto de 2017 
  20. «CBF reconhece Sport como 'único' campeão brasileiro de 1987». iG. Consultado em 10 de agosto de 2017 
  21. «Flamengo é campeão do Brasileirão 2019». CBF. 24 de novembro de 2019. Arquivado do original em 27 de novembro de 2019 
  22. «CBF põe Copa União na lista de títulos, mas acata Justiça e diz que clube é hexacampeão brasileiro». ESPN. Consultado em 26 de novembro de 2019 
  23. «CBF decide respeitar STF e considera Flamengo hexacampeão brasileiro». UOL. Consultado em 26 de novembro de 2019 
  24. «CBF opina: Flamengo merece ser chamado de hepta brasileiro». O Globo. Consultado em 26 de novembro de 2019 
  25. «Após citar Fla como hexa, CBF esclarece: "a título de opinião, é hepta"». UOL. 25 de novembro de 2019. Arquivado do original em 28 de novembro de 2019 
  26. «Presidente da CBF levanta a taça do Brasileirão sete vezes antes de entregá-la ao Flamengo». Ge.globo. 28 de novembro de 2019. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  27. «Brasileirão de 1987 em disputa?». Brasil de Fato. Consultado em 1 de janeiro de 2020 
  28. «1987: transitado em julgado (de novo)». Diario de Pernambuco. 17 de março de 2018. Arquivado do original em 3 de novembro de 2019 
  29. «Capacidade para 12 mil, grama natural e camarotes: como é o novo estádio do Bragantino». Ge.globo. 23 de abril de 2025. Consultado em 28 de abril de 2025 
  30. «CBF divulga tabela detalhada da primeira à oitavas rodada do Brasileirão Betano» (PDF). CBF. 13 de janeiro de 2026. Consultado em 16 de janeiro de 2026 
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