Uacari-da-neblina

Cacajao hosomi[1]
Taxocaixa sem imagem
CITES Appendix I (CITES)[3]
Classificação científica edit
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorhini
Família: Pitheciidae
Gênero: Cacajao
Espécies:
C. hosomi
Nome binomial
Cacajao hosomi
Boubli et al., 2008
Sinónimos
  • Cacajao melanocephalus melanocephalus

Cacajao hosomi é uma espécie de uacari do noroeste da Amazônia brasileira e sul da Amazônia venezuelana.[4] Foi descoberto por Jean-Phillipe Boubli da Universidade de Auckland e descrito em 2008, junto com Cacajao ayresi.[1] Até esse ano, ambas as espécies eram consideradas subespécies do uacari-preto.[5]

Em inglês, a espécie é referida como Neblina uakari, em referência ao Pico da Neblina, que é relativamente o centro de sua distribuição geográfica. Ocorre no Parque Nacional do Pico da Neblina e no Parque Nacional Serranía de la Neblina, o que mostra que grande parte de sua distribuição está em áreas protegidas.[6][4]

Referências

  1. a b Boubli, J. P., M. N. F. da Silva, M. V. Amado, T. Hrbek, F. B. Pontual, and I. P. Farias (2008). «A taxonomic reassessment of black uakari monkeys, Cacajao melanocephalus group, Humboldt (1811), with the description of two new species». International Journal of Primatology. 29: 723–749. doi:10.1007/s10764-008-9248-7 
  2. Mittermeier, R.A.; Boubli, J.P.; Bezerra, B.M.; Urbani, B. (2021). «Cacajao hosomi». Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. 2021: e.T136640A191697668. doi:10.2305/IUCN.UK.2021-1.RLTS.T136640A191697668.enAcessível livremente. Consultado em 19 de novembro de 2021 
  3. «Appendices | CITES». cites.org. Consultado em 14 de janeiro de 2022 
  4. a b Erro de citação: Parâmetro inválido "status" na etiqueta <ref>. Os parâmetros suportados são: dir, follow, group, name.
  5. Groves, C.P. (2005). Wilson, D. E.; Reeder, D. M, eds. Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore: Johns Hopkins University Press. 146 páginas. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
  6. Boubli, J. P. (1994). The black uakari monkey in the Pico da Neblina National Park. Neotropical Primates 2(3): 11-12.