Bloqueio atrioventricular
| Atrioventricular_block | |
|---|---|
| Video explanation | |
| Especialidade | Cardiology |
| Sintomas | Tiredness, shortness of breath, chest pain, syncope[1] |
| Tipos | First, second (type 1 and 2), third degree[1] |
| Causas | Normal, cardiac ischemia, autoimmune disease, medications,electrolyte abnormalities[1] |
| Método de diagnóstico | Electrocardiogram (ECG)[2] |
| Tratamento | 1st & 2nd type 1: Avoiding certain medications[1] 2nd type 2 & 3rd: Pacemaker[1] |
| Frequência | 5% of people over 50 years[3] |
| Classificação e recursos externos | |
| CID-10 | I44.30, I44.3 |
| CID-9 | 426.10 |
| eMedicine | 151597 |
| MeSH | D054537 |
O bloqueio atrioventricular (bloqueio AV) é um tipo de bloqueio cardíaco em que o sinal elétrico das câmaras superiores para as câmaras inferiores do coração é prejudicado.[2] Os sintomas podem incluir cansaço, falta de ar, dor no peito e síncope.[1] As complicações podem incluir taquicardia ventricular ou morte súbita cardíaca.[1]
Os tipos incluem primeiro grau, segundo grau tipo 1 e tipo 2 e terceiro grau.[1] Bloqueios AV de primeiro grau podem ser normais em atletas e crianças.[1][3] Outros tipos de Bloqueio AV ocorrem devido a uma condição subjacente, como isquemia cardíaca, cardiomiopatia, doença autoimune, uso de medicamentos e anormalidades eletrolíticas.[1] Os medicamentos envolvidos podem incluir digoxina, bloqueadores dos canais de cálcio e betabloqueadores.[1] O diagnóstico é feito por eletrocardiograma (ECG).[2]
Pessoas com bloqueio de primeiro grau e de segundo grau tipo 1 geralmente não necessitam de tratamento além da retirada de medicamentos que possam piorar a condição.[1] Para aqueles com bloqueio de segundo grau tipo 2 ou de terceiro grau, recomenda-se o uso de marcapasso.[1] Bloqueios de grau mais elevado têm maior probabilidade de desenvolver complicações.[1] Além disso, o bloqueio de segundo grau tipo 2 é mais propenso do que o tipo 1 a evoluir para um bloqueio de terceiro grau.[1]
Cerca de 5% dos adultos jovens têm episódios curtos e menos de 1% têm bloqueio AV persistente.[3] Mais de 5% das pessoas com mais de 50 anos apresentam problemas contínuos.[3] Bloqueios de grau mais elevado que resultam em sintomas ocorrem em cerca de 1 em cada 5.000 pessoas por ano.[3] A condição foi identificada pela primeira vez em um modelo animal em 1852 por Hermann Stannius.[3][4]
Referências
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o Kashou, AH; Goyal, A; Nguyen, T; Chhabra, L (janeiro 2020). «Atrioventricular Block». StatPearls. PMID 29083636
- ↑ a b c «Atrioventricular Block - Cardiovascular Disorders». Merck Manuals Professional Edition. Consultado em 29 de dezembro 2020. Arquivado do original em 6 de abril 2010
- ↑ a b c d e f Saksena, Sanjeev; Camm, A. John (2011). Electrophysiological Disorders of the Heart E-Book: Expert Consult (em inglês). [S.l.]: Elsevier Health Sciences. ISBN 978-1-4377-0971-1. Consultado em 29 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2021
- ↑ Valentinuzzi, ME (novembro 2017). «Sinoatrial and Atrioventricular Blocks: Who First Described Them and How? [Retrospectroscope].». IEEE pulse. 8 (6): 62-66. PMID 29155381. doi:10.1109/MPUL.2017.2750859