Benedito Vaz
Benedito Vaz da Costa | |
|---|---|
![]() Benedito Vaz da Costa | |
| Deputado federal por Goiás | |
| Período | 1º de fevereiro de 1951 a 1º de fevereiro de 1967 |
| Deputado estadual por Goiás | |
| Período | 1º de fevereiro de 1947 a 1 de fevereiro de 1951 |
| Legislatura | 1.ª |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 28 de agosto de 1913 Ipameri, GO |
| Morte | 3 de outubro de 1988 (75 anos) Brasília, DF |
| Progenitores | Mãe: Maria Rufina Vaz Pai: Francisco Vaz da Costa Jr |
| Alma mater | Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo |
| Cônjuge | Maria da Glória Marot Vaz |
| Filhos(as) | Gilberto, Raquel, Luís Arnaldo e Carlos Alberto. |
| Partido | AIB PSD MDB |
| Profissão | jornalista, advogado |
Benedito Vaz da Costa (Ipameri, 28 de agosto de 1913 - Brasília, 3 de outubro de 1988), foi um político brasileiro do estado de Goiás.
Biografia
Nascido em Ipameri, a 28 de agosto de 1913, foi filho de Francisco Vaz da Costa e de Maria Rufina Vaz. Casou-se com Maria da Glória Marot Vaz, com quem teve quatro filhos: Gilberto, Raquel, Luís Arnaldo e Carlos Alberto.[1][2][3]
Realizou os estudos no Ginásio Diocesano de Uberaba e no Ginásio Champagnat de Franca, cursando o ensino superior na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, bacharelando-se em 1936.[1]
Advogado e jornalista, foi membro da Juventude Operário Católica e também filiou-se na Ação Integralista Brasileira (AIB), onde foi um dos principais redatores de notícias do Acção, principal jornal integralista do estado de São Paulo. A coluna sindical do periódico paulista era geralmente redigida por Benedito Vaz, onde ele com frequência fazia críticas a pouca efetividade e falta de fiscalização da legislação trabalhista varguista, e estabelecia como exemplo positivo de legislação, o caso do Estado Novo português e as Encíclicas sociais católicas. Escrevia também em jornais católicos.[3]
Elegeu-se deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) de Goiás, em 1947. Foi líder do partido na Assembleia Legislativa. Em seguida, foi eleito deputado federal por quatro mandatos consecutivos, de 1951 a 1967, sempre pelo PSD.[2] Com a extinção dos partidos políticos pelo Ato Institucional nº 2 , filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Em janeiro de 1967 encerrou seu quarto mandato de deputado federal. Retirando-se da vida política, dedicou-se à advocacia, vindo a exercer o cargo de diretor do Instituto de Pesquisas e Estudos do Congresso (Ipeac).[1]
Em 1956, fez o curso da Escola Superior de Guerra (ESG) e em 1963, como relator do orçamento do Ministério da Guerra, prestou serviços ao Exército Nacional, que lhe conferiu a Medalha do Pacificador.[2]
Faleceu em Brasília em 3 de outubro de 1988.[1]
Obras publicadas
- Os Contrato de Penhor Pecuário em Face da Teoria da Imprevisão (1948)
- Projeto, Discursos e Pareceres (1958)
- Administração Municipal nos EUA (1965)
Referências
- ↑ a b c d Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «BENEDITO VAZ DA COSTA». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 21 de janeiro de 2026
- ↑ a b c «Perfil Biográfico de Benedito Vaz | Portal da Alego». Perfil Biográfico de Benedito Vaz | Portal da Alego. Consultado em 21 de janeiro de 2026
- ↑ a b DOTTA, Renato Alencar (2011). «Acção: A Lenta Agonia de um Jornal Integralista (1937-1938)» (PDF). São Paulo. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH. Consultado em 21 de janeiro de 2026
