BR-110
BR-110
Rodovia Vicente Pinzón | |
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| Identificador | BR-110 |
| Extensão | 1091.1 km |
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A BR-110 é uma rodovia federal longitudinal brasileira que atravessa parte da região Nordeste, conectando o estado do Rio Grande do Norte à Bahia. É conhecida por integrar importantes zonas agrícolas e petrolíferas, além de passar por áreas de Caatinga e zonas litorâneas.[1]
A Rodovia Vicente Pinzón, designada oficialmente como BR-110, estende-se por aproximadamente 1.091 quilômetros. Seu traçado tem início em Areia Branca, no Rio Grande do Norte, e termina na junção com a BR-101 em São Sebastião do Passé, na Bahia, facilitando o escoamento de produção regional e o acesso entre estados vizinhos.[2]
Cidades principais
A rodovia interliga centros urbanos estratégicos e polos produtivos em quatro estados:[3]
Rio Grande do Norte
- Areia Branca (Marco Inicial)
- Mossoró (Entroncamento com a BR-304)
- Upanema
- Campo Grande
Paraíba
- Brejo do Cruz
- Catolé do Rocha
- Patos (Importante polo regional)
- Teixeira
Pernambuco
Bahia
- Paulo Afonso (Fronteira com Alagoas/Pernambuco)
- Jeremoabo
- Ribeira do Pombal
- Alagoinhas
- São Sebastião do Passé (Entroncamento com a BR-101)
Importância Econômica
A rodovia percorre quatro estados nordestinos, sendo vital para:
- fruticultura: No Rio Grande do Norte, destaca-se no transporte da produção de melão e cana-de-açúcar.[4]
- Pecuária: Atravessa o sertão, integrando áreas de rebanho bovino.[5]
- Petróleo e Caju: Na Bahia, facilita o acesso à região petrolífera e aos polos de cajucultura.[6]
Referências
- ↑ «BR-110». Ministério dos Transportes. Consultado em 7 de junho de 2011. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2011
- ↑ «Rodovias Longitudinais» (PDF). DNIT. 29 de dezembro de 2022. Consultado em 29 de março de 2021
- ↑ «Localização da BR-110». Ministério dos Transportes. Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ «Cana de açúcar e melão lideram produção no RN». Tribuna do Norte. Consultado em 2 de fevereiro de 2026. Cópia arquivada em 28 de julho de 2020
- ↑ «PPM 2017: Rebanho bovino». IBGE. Consultado em 12 de março de 2021
- ↑ «Cajucultura nordestina em recuperação» (PDF). BNB. Consultado em 2 de fevereiro de 2026

