Ataque na Escola Estadual Sapopemba
| Ataque na Escola Estadual Sapopemba | |
|---|---|
![]() Atirador visto por câmera de segurança antes de começar o ataque | |
| Local | Escola Estadual Sapopemba, Sapopemba, São Paulo, Brasil |
| Coordenadas | 🌍 |
| Data | 23 de outubro de 2023 c. 7h20 (UTC−3) |
| Tipo de ataque | Tiroteio em escola, tiroteio em massa |
| Arma(s) | Revolver calibre .38 |
| Mortes | 1 |
| Feridos | 3 (dois por tiros) |
| Responsável(is) | Estudante não identificado de 16 anos |
| Motivo | Retaliação à homofobia e bullying |
O ataque na Escola Estadual Sapopemba foi um tiroteio escolar ocorrido na Escola Estadual de Sapopemba, localizada no distrito de Sapopemba, zona leste de São Paulo, no dia 23 de outubro de 2023. Por volta das 7:20 da manhã, o atirador, um homem de 16 anos vestindo o uniforme da escola,[1] atirou em três estudantes femininas, atingindo uma fatalmente.[2] Um quarto estudante teve ferimentos em suas mãos ao tentar fugir da escola.[3] O suspeito então entregou seu revólver para uma professora, antes de se render à Polícia Militar.[1]
Tiroteio
Momentos antes de entrar na Escola Estadual Sapopemba, localizada no bairro Sapopemba, capital paulista. O atirador, um estudante não identificado de 16 anos, tirou fotos da instituição e compartilhou com colegas no Discord e fez perguntas de como gravar o ataque.[4]
Por volta das 7h20, o atirador entrou na escola, ele estava armado com um revólver calibre 38.[5] No momento em que entrou, ele se dirigiu ao banheiro, pois, aproveitando que uma das professoras não veio no dia do ataque e quem estava em seu lugar era uma coordenadora, ele foi se preparar dentro do banheiro, colocando a munição na arma de fogo.[6]
O atirador se dirigiu ao segundo andar da escola. Nesse momento, o atirador chega às escadas da escola; uma aluna de 17 anos identificada como Giovanna Bezerra da Silva se aproxima e começa a descer as escadas. O atirador sacou o revólver e aponta na nuca de Bezerra, antes de atirar e atingir a vítima.[7][8]
Após ser baleada, Bezerra caiu das escadas até chegar ao chão, inconsciente. Uma funcionária que presenciou o disparo foi procurar ajuda imediatamente enquanto a vítima sangrava.[9]
O atirador se dirigiu à sala de aula 1º E do primeiro ano do ensino médio. No momento, uma aluna que estava fechando a porta da sala de aula foi atingida na clavícula pelo atirador.[10]
Nesse momento, o pânico toma conta da sala e os estudantes começam a fugir, quando uma segunda aluna também foi baleada, na região do tórax.[11]
Após os disparos, uma mulher não identificada de 43 anos conseguiu desarmar o atirador, que, após isso, o levou à diretoria. Quando as autoridades chegaram ao local e fizeram uma varredura, encontraram e prenderam o atirador dentro da instituição.[12]
Com o atirador sendo preso, ele foi levado para o 70.º Distrito Policial (Sapopemba), para ser interrogado.[13] No ataque, o atirador disparou quatro tiros dentro da escola, sendo que atingiram três alunas de 15 e 17 anos, matando uma delas.[14] Durante a fuga dos estudantes, um aluno de 18 anos feriu as mãos ao quebrar as janelas para escapar, sendo o único a não ser atingido diretamente pelo atirador.[15]
Autor
O atirador foi detido e mais tarde identificado como um estudante de 16 anos do primeiro ano do ensino médio da Escola Estadual Sapopemba, tendo um comportamento diferente dos demais alunos.[16]
Ele havia anunciado o ataque há duas semanas e disse às autoridades durante o interrogatório que sofria bullying por ser gay. Ele postava vídeos nas redes sociais e pretendia ser famoso. Um vizinho afirmou que o atirador contou que era constantemente agredido na sala de aula por colegas.[17]
Em abril do mesmo ano, o adolescente contou à mãe que havia sido ameaçado em um grupo on-line por causa de grupos rivais. Assim que, no dia 24 do mês, a mãe do atirador havia registrado um boletim de ocorrência, pois seu filho havia sido agredido por colegas não identificados na instituição atacada.[18]
O atirador havia sido incentivado e instruído a cometer o ataque por integrantes no Discord. O atirador perguntou como posicionar o celular para gravar o ataque e descreveu o ataque como uma "missão". Mesmo após o ataque, os integrantes descreveram decepção e frustração pelo atirador ter matado apenas uma pessoa.[19]
O revólver usado pelo atirador no ataque pertence ao motoboy de 51 anos, Marcos Tucci, comprado em 1994. Ele não tinha guardado a arma de fogo e não fez recadastramento.[20] Ele era separado da mãe do atirador desde 2019. O atirador havia vasculhado por cômodos da casa até encontrar o revólver.[21] O atirador tinha aprendido a atirar com o revólver nos vídeos de tutoriais no YouTube.[22]
O atirador não era visto como uma ameaça a si próprio ou a terceiros, apesar de não ter passado em clínico, de acordo com o governo.[23]
O advogado do atirador havia informado que ele era homossexual e recebia tratamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps), sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar.[24] Um aluno afirmou que o atirador era gay e, para evitar sofrer agressões por parte dos colegas, voltou a ser hetero.[25]
Sendo que também havia um vídeo do atirador brigando com colegas, em que ele e uma aluna puxam o cabelo um do outro e uma segunda aluna se junta para agredir o atirador.[26]
O atirador havia enviado um vídeo meses antes nas redes sociais de uma montagem de si mesmo matando uma colega. Um seguidor do atirador havia dado a sugestão de denunciar.[27]
O motivo do seu ataque, que matou uma aluna e feriu outras duas colegas, foi motivado por retaliação a homofobia e bullying. O atirador afirmou que não queria atingir Bezerra, pois ela não tinha conexão com os estudantes que praticavam o bullying.[28][29] As duas alunas que ficaram feridas tiveram envolvimento e tinham conflito com o atirador; já o terceiro estudante ferido não o conhecia.[30]
Após o ataque, aplicativos como Instagram, TikTok, Twitter e outros aplicativos semelhantes tiveram vídeos e imagens do atirador sendo compartilhados nas redes sociais. Os vídeos do atirador sendo agredido foram visualizados em maio, mas foram visualizados ainda mais após o ataque.[31]
O atirador já havia postado vídeos racistas nas redes sociais, além de ter desenhado uma suástica no rosto e cortado a própria coxa para formar o mesmo símbolo. Ele afirmou que ninguém o mandou fazer isso e fez por conta própria. Ele tinha muitos seguidores nas redes sociais.[32][33]
Vítimas
Quatro estudantes entre 15 e 18 anos foram atingidos; três das vítimas do sexo feminino, duas de 15 e a terceira de 17 anos, foram atingidas a tiros. O quarto estudante, um estudante do sexo masculino de 18 anos, machucou as mãos durante a fuga. Eles foram identificados como:[34]
- Gabriel Raimundo Polloni da Silva, 18
- Giovanna Bezerra da Silva, 17
- Emily Vitória, 15
- Fernanda Ribeiro, 15
Vítimas feridas
Emily Vitória foi socorrida pelo próprio pai, que chegou ao local e a levou para o hospital.[35] Vitória foi atingida no tórax e levada ao Hospital Geral de Sapopemba; ela recebeu alta às 11h30 do mesmo dia, sendo que ela completaria 16 anos dois dias depois do ataque.[36]
No mesmo dia, Gabriel Raimundo também recebeu alta; ele machucou as mãos na janela, tentando fugir do ataque. Ele foi a única vítima do sexo masculino e o único a não ser baleado no ataque.[37]
Fernanda Ribeiro também foi levada ao Hospital Geral de Sapopemba; ela foi baleada na clavícula e passou dias internada até receber alta no dia 26, tornando-se a última vítima ferida a receber alta.[38]
Vítima fatal
A única estudante que morreu por conta do ataque foi Giovanna Bezerra, de 17 anos. Ela foi atingida na nuca e ficou gravemente ferida. Ela chegou a ser socorrida e levada ao Hospital Geral de Sapopemba, onde mais tarde sucumbiu ao ferimento.[39]
Bezerra havia conseguido seu primeiro emprego há cerca de 1 mês e trabalhava de auxiliar de escritório, conseguindo ter seu primeiro salário. De acordo com Ricardo Lopes, Bezerra havia conseguido o salário no dia 20.[40]
Investigações
Após o ataque, o estudante foi interrogado e disse que cometeu o ataque sozinho, mas uma investigação foi feita para ver se houve participação de mais pessoas, que possam ter incentivado o atirador a cometer o ataque.[41]
Após o ataque, outra investigação foi aberta após vídeos das câmeras de segurança flagrarem o ataque sendo vazados e compartilhados no Twitter.[42]
Consequências
No mesmo dia do ataque, o pai do atirador foi indiciado pelas autoridades por posse irregular de arma e omissão de cautela, pois ele não conseguiu evitar que o atirador conseguisse o acesso da arma de fogo.[43]
Pouco tempo depois, estudantes e moradores colocaram diversos objetos, como velas, flores, bichos de pelúcia e entre outros na frente da escola atacada, como homenagem a Bezerra, morta no ataque. Eles ainda expressaram o que sentiram nos cartazes.[44]
Na manhã do dia seguinte ao ataque, Giovanna Bezerra da Silva, 17, vítima fatal do ataque, foi velada por volta das 11h10, no Cemitério Nossa Senhora do Carmo.[45] Familiares não quiseram dar entrevista à imprensa. Professores, colegas e familiares de Bezerra estavam presentes. Já vizinhos foram barrados.[46]
Ainda em outubro, uma adolescente de 15 anos foi identificada pelas autoridades, suspeita de ter conexão com o crime e ter incentivado o atirador a cometer o ataque.[47]
Em 6 de novembro, entre os 1,8 mil estudantes que estudam na Escola Estadual Sapopemba, apenas 16 alunos compareceram. As aulas tinham voltado 16 dias após o ataque. Nenhum estudante ou funcionário quis dar entrevista.[48]
Em abril de 2024, uma apreensão ocorreu em Oriximiná, Pará; um adolescente de 15 anos foi apreendido, suspeito de ter envolvimento no ataque. Além dessa participação, ele ainda cometeu outros crimes graves.[49]
Em maio de 2024, um jovem de 17 anos que vive em Portugal foi preso e é suspeito de comandar o grupo. Na investigação feita, tiveram muitas evidências de que ele está conectado ao crime. Ele foi descrito como violento e já tinha histórico.[50]
Em julho de 2024, um adolescente de 15 anos, morador de Jucás, Ceará, teve seu notebook e celular apreendidos, suspeito de ser o administrador do grupo que o atirador participava.[51]
Um ano após o ataque, o aplicativo Discord não forneceu detalhes do grupo do qual o atirador participava às autoridades, como as conversas e quando o ataque estava sendo planejado.[52]
Em junho de 2025, Ricardo Nunes, prefeito da cidade de São Paulo, aprovou a lei que nomeia uma área do bairro Sapopemba de Giovanna Bezerra. Bezerra jogava vôlei com amigos na mesma praça onde foi nomeada.[53]
No mesmo mês, a Polícia Civil de São Paulo encaminhou o inquérito do ataque ocorrido na instituição à Justiça.[54]
Reações
Após o ataque, o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, lamentou o ataque e comentou: "não podemos normalizar armas acessíveis". "Recebi com muita tristeza a notícia do ataque na Escola Estadual Sapopemba, Zona Leste de São Paulo." Meus sentimentos aos familiares da jovem assassinada e dos estudantes feridos."[55][56]
Ministro da Educação afirmou que o crime é "profundamente lamentável". Camilo Santana escreveu nas suas redes sociais: "Meus sentimentos aos familiares e amigos das vítimas desse episódio de violência na Escola Estadual Sapopemba, zona leste de São Paulo." Um fato profundamente lamentável, inaceitável, que entristece a todos nós.
O governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), se manifestou, comentando: “Não estamos sendo capazes, não chegamos no que é o ideal. Temos que pensar no futuro da rede, das crianças, dos pais, que precisam ter a confiança, a segurança de deixar seus filhos nas escolas e saber que vão voltar com sua integridade física. O sentimento que fica, além de tristeza, é de frustração, incapacidade, impotência em lidar com esse tipo de situação”, diz Freitas.[57]
O ministro da Justiça, Flávio Dino, declarou em suas redes sociais e anunciou medidas após o ataque: “Solidariedade às vítimas, suas famílias e à comunidade da escola estadual de São Paulo, alvo de ataque com arma de fogo”. De acordo com o ministro, o Laboratório de Crimes Cibernéticos do Ministério da Justiça foi acionado para auxiliar a polícia paulista a “aprofundar as investigações”.[58]
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), se solidarizou com as vítimas. “Meus sentimentos aos amigos e familiares neste momento de dor. Torço pela pronta recuperação dos feridos socorridos ao hospital do bairro (…) Estou em contato com o Estado para oferecer o suporte necessário”, escreveu o prefeito.[59]
O secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite, também se manifestou e afirmou que mobiliza esforços “para dar o apoio necessário à comunidade escolar que vive esse dia de luto”.[60]
Ver também
- Ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro - Um ataque ocorrido na mesma cidade em março de 2023
- Ataque no Colégio Profissional Dom Bosco - Um ataque escolar que ocorreu no mesmo mês
- Massacre de Suzano - Um tiroteio escolar ocorrida também em São Paulo, em 2019
- Tiroteio na escola de Taiúva - Um tiroteio escolar ocorrida também em São Paulo, em 2003
- Lista de ataques e invasões escolares no Brasil
Referências
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