Assassinato de David Vallenilla
David José Vallenilla Luis (c. 1995 – 22 de junho de 2017) foi um estudante venezuelano morto durante os Protestos na Venezuela em 2017.
Morte
David Vallenilla era estudante de enfermagem. Filho de David Vallenilla, que foi superior de Nicolás Maduro quando este trabalhou no Metrô de Caracas. Em 22 de junho de 2017, Vallenilla estava em um protesto na Autoestrada Francisco Fajardo, em Caracas, quando um militar disparou contra ele com uma espingarda a partir de dentro da base aérea La Carlota. Ele foi ferido na região do tórax e transferido para a clínica El Ávila, onde deu entrada sem sinais vitais, aos 22 anos de idade.[1]
Em 13 de julho, uma marcha noturna foi convocada em homenagem aos mortos durante os protestos, incluindo Vallenilla, caminhando até os locais onde os manifestantes faleceram. O inspetor dissidente do CICPC Óscar Pérez fez uma aparição surpresa na marcha, antes de sair e desaparecer.[2]
O assassinato de David Vallenilla foi documentado em um relatório de um painel de especialistas independentes da Organização dos Estados Americanos, considerando que poderia constituir um crime contra a humanidade cometido na Venezuela junto com outras mortes durante os protestos.[1]
Ver também
Referências
- ↑ a b Organization of American States, ed. (2018). «TORTURA COMO CRIMEN DE LESA HUMANIDAD». INFORME DE LA SECRETARÍA GENERAL DE LA ORGANIZACIÓN DE LOS ESTADOS AMERICANOS Y DEL PANEL DE EXPERTOS INTERNACIONALES INDEPENDIENTES SOBRE LA POSIBLE COMISIÓN DE CRÍMENES DE LESA HUMANIDAD EN VENEZUELA (PDF). Washington D.C.: [s.n.] Consultado em 24 de junho de 2018
- ↑ «Una marcha nocturna recorre los lugares de Caracas donde murieron manifestantes». elDiario.es (em espanhol). EFE. 14 de julho de 2017. Consultado em 22 de setembro de 2021