António Cardoso Pereira Ferraz
| António Cardoso Pereira Ferraz | |
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| Nome completo | António Cardoso Pereira Ferraz |
| Nascimento | 7 de outubro de 1808 |
| Morte | 1 de setembro de 1883 (74 anos) |
| Progenitores | Mãe: Maria do Carmo Lizarda Cardoso Guimarães Pai: António Rodrigues Pereira Ferraz |
| Parentesco | Tio paterno: Flórido Rodrigues Pereira Ferraz |
| Cônjuge |
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| Filho(a)(s) |
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| Prémios | Comendador da Ordem de Cristo |
| Título | 2.º Visconde de Castelões |
António Cardoso Pereira Ferraz ComC (Porto, 7 de outubro de 1808 – Porto, 1 de setembro de 1883), 2.º Visconde de Castelões, foi um proprietário português.
Nasceu no Porto, no dia 7 de outubro de 1808, filho de António Rodrigues Pereira Ferraz e de Maria do Carmo Lizarda Cardoso Guimarães.[1]
Casou a 13 de maio de 1833, com Maria Emília de Brito e Cunha.[1] Foi pai de Álvaro de Castelões, 3.º Visconde de Castelões, filho de Margarida Augusta de Meireles, solteira,[2] com quem casou em segundas núpcias.[3]
A 17 de junho de 1846 é nomeado Porta-bandeira do Batalhão Provisório da Guarda Nacional.[1] Foi Fidalgo Cavaleiro da Casa Real (alvará de 9 de julho de 1855), Moço Fidalgo com exercício no Paço[4] e Comendador da Ordem de Cristo. Segundo proprietário do lugar de Escrivão da Mesa Grande da Alfândega do Porto,[3] foi também senhor da Quinta de Castelões, na freguesia de São Martinho de Sande, em Guimarães.[5]
Faleceu às 14 horas do dia 1 de setembro de 1883, na Rua do Almada n.° 68 da cidade do Porto.[3] O jazigo dos Viscondes de Castelões encontra-se no Cemitério da Lapa, no Porto.[6]
Visconde de Castelões
Herdou a segunda vida do título de Visconde de Castelões do seu tio paterno Flórido Rodrigues Pereira Ferraz, 1.º Visconde de Castelões, pois este faleceu sem descendência.[7] O título foi-lhe concedido por alvará de lembrança de 23 de abril de 1864 por D. Luís.[5]
Sucedeu-lhe o seu filho Álvaro, mais conhecido como "Álvaro de Castelões", cujo título foi renovado em 27 de fevereiro de 1905 por decreto de D. Carlos I.[8]
Referências
- ↑ a b c ARAÚJO 2005, p. 67.
- ↑ «Portais - Brasões - Aldrabas - Tranquetas - Taramelas - Batentes - Caravelhos - etc...: Brasão da família do Visconde de Castelões - Porto». Portais - Brasões - Aldrabas - Tranquetas - Taramelas - Batentes - Caravelhos - etc... 23 de setembro de 2012. Consultado em 5 de março de 2025
- ↑ a b c ARAÚJO 2005, p. 68.
- ↑ MÓNICA 2005, p. 119.
- ↑ a b ZÚQUETE 1960–1989, p. 501.
- ↑ ARAÚJO 2005, p. 120.
- ↑ MÓNICA 2005, p. 122.
- ↑ ZÚQUETE 1960–1989, p. 502.
Bibliografia
- ARAÚJO, José Carlos Mendes (junho de 2005). São Tiago de Castelões: apontamentos para a sua história. Vila Nova de Famalicão: Edições Quasi. 121 páginas. OCLC 449250492
- MÓNICA, Maria Filomena (coord.) (abril de 2005). Dicionário Biográfico Parlamentar 1834-1910. Vol. II (D-M). Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais. p. 122. 955 páginas. ISBN 978-972-671-145-2
- ZÚQUETE, Afonso Eduardo Martins (1960–1989). Nobreza de Portugal e do Brasil. II. Lisboa: Editorial Enciclopédia
