Amantes da realeza britânica

His Highness in Fitz ("Sua Alteza em Fitz") é uma caricatura de 1786 que satiriza o rei Jorge IV, então ainda Príncipe de Gales, sua amante Maria Fitzherbert, retratando-os em uma cena sexual.
Charles III, então ainda Príncipe de Gales, e Camilla Shand. A relação extraconjugal entre eles ganhou notoriedade internacional na década de 1990, levando Charles a divorciar-se de sua então esposa, a princesa Diana.

Esta é uma lista de amantes da realeza britânica desde a formação do Reino da Grã-Bretanha, por meio do Tratado de União de 1707, até o presente. Estão listados amantes reais, mulheres ou homens, de monarcas, príncipes e duques britânicos. Apenas indivíduos citados em documentos oficiais, testamentos, julgamentos ou mencionados em obras biográficas como amantes reais estão incluídos. Personalidades apontadas pela imprensa rosa ou por tabloides não aparecem na lista

A prática de monarcas possuírem amantes reais foi comum durante séculos na história da Grã-Bretanha. Por muito tempo, era hábito que membros da realeza desposassem somente seus pares. De modo que, enquanto os cônjuges dos monarcas desempenhavam um papel institucional e dinástico, o envolvimento de caráter puramente romântico era reservado às amantes. No entanto, ao longo da história, muitos amantes reais exerceram influência sobre o monarca, estendendo-se até mesmo aos assuntos de Estado.

Lista de amantes reais

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Abigail Masham Tornou-se amante da rainha Ana após sua chegada à corte, em julho de 1708. Apesar de historiadores modernos concluírem que existia uma relação sexual entre Ana e Abigail, muitos rejeitam essa análise e a tratam como propaganda whig. [1][2][3]
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Melusine von
der Schulenburg
Ela se tornou amante do rei Jorge I em 1691; eles tiveram três filhas, Anna Luise Sophie, Petronilla Melusina e Margarethe Gertrud, que nunca foram reconhecidas publicamente. [4]
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Henrietta Howard Henrietta conheceu e tornou-se amante do futuro rei Jorge II, sendo nomeada camareira de sua esposa, a princesa Carolina de Ansbach. Em 1723, o príncipe fez um acordo financeiro com o marido de Henrietta em troca de seus serviços como amante real. [5]
Amalie von Wallmoden Foi amante do rei Jorge II entre meados de 1730 e a morte do monarca, em 1760, e acredita-se que ele tenha sido o pai de seu filho Johann Ludwig von Wallmoden. [6][7]
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Jane Hamilton Jane Hamilton era amante do Príncipe de Gales, além de Primeira Dama do Quarto de Dormir e Guardiã da Bolsa Privada de Augusta de Saxe-Gota, esposa do príncipe. [8][9][10]
Anne Vane O Príncipe de Gales fez de Vane sua amante em 1729 e a reconheceu publicamente em uma recepção em sua casa na Soho Square. [11]
John Hervey O Príncipe de Gales e Hervey mantiveram relações sexuais desde a chegada do príncipe à Grã-Bretanha, em 1729, e chegaram a compartilhar a mesma amante, Anne Vane (acima). Hervey também manteve um relacionamento amoroso com a irmã do príncipe, a princesa Carolina da Grã-Bretanha. [12][13][14]
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Maria Walpole Walpole foi amante do Duque de Gloucester, irmão mais novo do rei Jorge III, desde 1764, casando-se secretamente com ele em 1766. Esse casamento, assim como o de outro irmão seu, o Duque de Cumberland, levou à criação do Decreto de Casamentos Reais de 1772, que exigia que todos os descendentes do rei Jorge II obtivessem autorização do soberano antes de se casar. Contudo, essas regras não tinham efeito retroativo, por isso o casamento de Maria com Guilherme Henrique foi considerado legal pelo Parlamento. [15]
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Ana Luttrell Luttrell foi amante do Duque de Cumberland, irmão mais novo do rei Jorge III, e casou-se em segredo com ele em 1771. Este casamento levou à criação do Decreto de Casamentos Reais de 1772, que exigia que todos os descentes do rei Jorge II pedissem autorização ao rei antes de se casar. Contudo, estas regras não tinham efeitos retroactivos, por isso o casamento de Ana com Henrique foi considerado legal pelo parlamento. [16]
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Maria Fitzherbert Fitzherbert, já duas vezes viúva e católica, foi apresentada ao Príncipe de Gales na primavera de 1784. A partir de então, Fitzherbert e o príncipe tornaram-se amantes. Em 1785, eles contraíram secretamente um casamento que era inválido sob a lei civil inglesa, pois seu pai, o rei Jorge III, não havia consentido, e porque o Decreto de Estabelecimento de 1701 proibia casamentos entre membros da família real britânica e católicos. Em 1794, após muita pressão, o príncipe informou Fitzherbert por carta que seu relacionamento havia terminado, pois estava sendo obrigado a casar-se com a princesa Carolina de Brunsvique. Em 1798, o príncipe tentou uma reconciliação, mas Fitzherbert não estava interessada. Quando já era rei, Jorge IV ofereceu a Fitzherbert o título de "Duquesa", que ela recusou, causando a revolta do rei. Quando Jorge IV encontrava-se moribundo, Fitzherbert reconciliou-se com ele e, após sua morte, vestiu trajes de viúva. [17]
Mary Robinson Poetisa e atriz, Robinson atraiu a atenção do jovem Príncipe de Gales, mais tarde rei Jorge IV, em 1779, durante a apresentação da peça Conto do Inverno, na qual interpretava a personagem Perdita. Ele ofereceu-lhe 20.000 libras para que ela se tornasse sua amante. Robinson foi a primeira amante pública de Jorge IV enquanto ele ainda era Príncipe de Gales. O caso com o príncipe terminou em 1781, mas a quantia oferecida a Robinson nunca foi integralmente paga. Ela recebeu uma pensão da Coroa — embora raramente paga — em troca de algumas cartas escritas pelo príncipe. Após seu relacionamento com o jovem príncipe, Robinson tornou-se famosa por seus passeios em carruagens extravagantes e pela percepção de celebridade que tinha junto ao público. [18][19][20][21]
Grace Elliott Casada com Sir John Eliot, médico do Príncipe de Gales, Grace conheceu Jorge em 1782, mesmo ano em que se tornaram amantes e supostamente tiveram uma filha ilegítima, Georgiana Augusta Frederica Seymour. O príncipe apresentou-a ao seu amigo, o Duque de Orleães, em 1784, e, em 1786, Eliot fixou residência permanente em Paris, tornando-se uma das amantes reconhecidas do duque. Durante esse período, Eliot também envolveu-se com o Duque de Fitz-James e com o Príncipe de Condé. [22][23]
Frances Villiers Foi uma das mais notáveis entre as muitas amantes do rei Jorge IV quando ele ainda era Príncipe de Gales. Tendo encorajado o príncipe a separar-se de outra amante, Maria Fitzherbert, e a casar-se com sua prima, Carolina de Brunsvique, Lady Jersey desfrutava do favor da rainha Carlota, e nem mesmo o descontentamento de Jorge III foi suficiente para ameaçar sua posição. Em 1794, foi nomeada "Senhora do Quarto" de Carolina, a nova Princesa de Gales. Por volta de 1803, sua posição anteriormente indiscutível como amante-chefe do príncipe foi desafiada por Isabella Ingram-Seymour-Conway, Marquesa de Hertford. Em 1807, Isabella substituiu Jersey como amante, fazendo com que ela perdesse sua posição na corte, da qual jamais retornaria. [24]
Olga Zherebtsova Nobre russa que recebeu 10.000 libras para se tornar amante do então Príncipe de Gales, futuro rei Jorge IV. Supostamente, ela deu à luz um filho do príncipe, chamado George Nord, em homenagem ao seu suposto pai. [25][26][27]
Isabella Ingram-
Seymour-Conway
Descrita como "alta, bonita e elegante", ela chamou a atenção do Príncipe de Gales provavelmente em um baile ou concerto na Manchester House, a residência londrina dos Hertfords, e tornou-se sua amante. Como consequência, Jorge passou a ser um hóspede frequente em Hertford House, a residência do marquês em Londres, e em Ragley Hall, no condado de Warwickshire. Membro do Partido Tory, ela usou sua influência para persuadir o herdeiro do trono a se aproximar dos Tories e a se afastar do Partido Whig, além de utilizar sua residência londrina como sede de reuniões dos simpatizantes do partido. Por conta disso, ela foi criticada na Câmara dos Lordes e também na imprensa, devido à influência que exercia sobre o amante. Ela foi alvo de sátiras, incluindo algumas de autoria de George Cruikshank. O relacionamento de Isabella e Jorge terminou em 1819, quando ele era regente em nome de seu pai, Jorge III, após o príncipe passar a dar atenção a Elizabeth Conyngham (abaixo), que se tornou sua última amante. [28][29][30][31]
Elizabeth
Conyngham
Foi uma cortesã e nobre inglesa, creditada como a última amante do rei Jorge IV. Casada com o futuro Marquês de Conyngham, Elizabeth, segundo o Duque de Wellington, decidiu em 1806 se tornar amante do Príncipe de Gales, o futuro rei Jorge IV. Ela provavelmente se tornou sua amante em 1819, quando ele era regente, mas só suplantou sua antecessora, Isabella Ingram-Seymour-Conway, marquesa de Hertford (acima), após Jorge tornar-se rei em 1820. A relação de lady Conyngham com o rei beneficiou sua família: seu marido foi elevado ao posto de marquês no Pariato do Reino Unido e empossado no Conselho Privado durante as honras da coroação de 1821. Ele também recebeu diversos outros cargos, incluindo o de Senhor Mordomo da Casa Real e Lorde Tenente do Castelo de Windsor. O filho do casal, Henry, foi nomeado Mestre das Vestes e Primeiro Mordomo da Corte. [32][33]
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Bartolomeo Pergami Bartolomeo Pergami, um italiano, conheceu a rainha Carolina em 1814, quando ela o contratou como criado após deixar a Inglaterra e mudar-se para a Itália. Na época, apesar de incompatíveis, a rainha ainda estava casada com Jorge IV, com quem não compartilhava o leito desde a lua de mel. No início de 1816, Carolina e Pergami partiram em um cruzeiro pelo Mediterrâneo. Durante esse período, eles faziam suas refeições juntos abertamente, e corria o rumor de que eram amantes. Em 1820, o Parlamento apresentou um projeto de lei intitulado "Projeto de Lei das Dores e Penalidades de 1820", com o objetivo de retirar o título de rainha de Carolina e dissolver seu casamento. Dizia-se que a rainha havia cometido adultério com um homem de origem humilde. Várias testemunhas, como Theodore Majocchi, foram chamadas durante a leitura do projeto, que se tornou efetivamente um julgamento público da rainha. O processo causou grande sensação à medida que os detalhes da intimidade de Carolina com Pergami eram revelados. As testemunhas afirmaram que o casal dormia no mesmo quarto, que se beijava e que esteve junto sem roupas. O projeto de lei foi aprovado na Câmara dos Lordes, mas não chegou a ser votado na Câmara dos Comuns, pois havia poucas chances de aprovação. Carolina foi impedida de ser coroada pelo marido, adoecendo e morrendo logo em seguida. Enterrada na Alemanha, sua sepultura carrega a inscrição: "Aqui jaz Carolina, Rainha Injuriada de Inglaterra". [34][35][36]
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Mary Anne Clarke Foi amante do Duque de Iorque e Albany, filho do rei Jorge III. O relacionamento deles começou em 1803, enquanto ele era comandante-em-chefe do exército. Mais tarde, em 1809, ela escreveu suas memórias que foram publicadas. [37][38]
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Dorothea Jordan Ela se tornou amante do Duque de Clarence, mais tarde rei Guilherme IV, em 1791, quando ele residia em Bushy House. Juntos, tiveram dez filhos ilegítimos, que receberam o sobrenome “FitzClarence”. Através de sua filha, Lady Elizabeth FitzClarence, Jordan é ancestral do Duque de Fife e do primeiro-ministro britânico David Cameron. [39][40][41]
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Julie St. Laurent Pouco depois de sua chegada ao Canadá, o Duque de Kent e Strathearn, quarto filho do rei Jorge III, alugou a casa do juiz Mabane por £90 por ano. Julie St. Laurent viveu com ele na Duke of Kent House, na cidade de Quebec, por três anos, até que ele fosse enviado para Halifax, Nova Escócia, em 1794. [42]
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Lady Augusta Murray Foi amante e, posteriormente, a primeira esposa do Duque de Sussex, sexto filho do rei Jorge III. Como o casamento não cumpria as normas do Decreto de Casamentos Reais de 1772, foi considerado ilegal aos olhos da lei, e Augusta não pôde receber o título de duquesa. Após 1801, o casal separou-se. Em 1806, lady Augusta recebeu autorização real para usar o sobrenome De Ameland em vez de Murray. [43]
Cecília Underwood Foi amante e, posteriormente, a segunda esposa do Duque de Sussex, sexto filho de Jorge III. Como o casamento não cumpria as normas do Decreto de Casamentos Reais de 1772, a união foi considerada ilegal aos olhos da lei, e Cecília não recebeu o título de duquesa. Apesar disso, sua sobrinha, a rainha Vitória, concedeu-lhe o título de "Duquesa de Inverness" em 10 de abril de 1840. [44]
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Brent Spencer A princesa Augusta Sofia, segunda filha do rei Jorge III, conheceu Sir Brent Spencer, um oficial anglo-irlandês sênior do Exército Britânico, por volta de 1800. Ela escreveu ao seu irmão, o futuro rei Jorge IV, então regente, em 1812, relatando que os dois haviam iniciado um relacionamento por volta de 1803, enquanto Spencer estava estacionado na Inglaterra. Em 1805, ele foi nomeado escudeiro do rei. O casal manteve seu romance com extrema discrição, e Augusta solicitou ao irmão, em 1812, que consentisse com seu casamento com Spencer, prometendo maior cuidado em seu comportamento. Embora não haja nenhum registro formal de casamento entre os dois, observou-se na corte de Hesse-Homburg, na ocasião do casamento de sua irmã Isabel em 1818, que Augusta era "casada em particular". [45][46][47][48]
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Thomas Garth Apesar de nunca ter se casado, existiram rumores de que a princesa Sofia, filha do rei Jorge III, teria ficado grávida de Thomas Garth, um estribeiro de seu pai, e dado à luz um filho ilegítimo, Thomas Garth Jr., no verão de 1800. Circulavam também rumores de que Sofia teria sido vítima de uma violação por parte de seu irmão mais velho, o Duque de Cumberland, que era muito impopular, e que a criança teria nascido desse ataque. Os historiadores divergem quanto à veracidade dessas histórias: alguns acreditam que a princesa deu à luz o filho de Thomas Garth, enquanto outros consideram que os rumores eram inventados pelos inimigos políticos da família real. Irrefutável é o fato de que Thomas apresentava um grande sinal de nascimento roxo no rosto, o que levou a irmã de Sofia, Maria, a referir-se a ele como "a luz roxa do amor" e notar que "a princesa estava tão profundamente apaixonada por ele que todos conseguiam perceber". [49][50][51]
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Sarah Fairbrother Foi uma atriz inglesa e amante do Duque de Cambridge, neto do rei Jorge III. O casal casou-se em violação ao Decreto de Casamentos Reais de 1772, tornando a união ilegal aos olhos da lei. Por essa razão, Sarah não pôde assumir o título de duquesa nem o estilo de Sua Alteza Real, sendo conhecida apenas como Sra. Fairbrother e, posteriormente, como Sra. FitzGeorge. [52]
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Nellie Clifden Foi uma atriz irlandesa que teve um caso com o Príncipe de Gales, futuro rei Eduardo VII, antes de seu casamento com a princesa Alexandra da Dinamarca. A mãe do príncipe, a rainha Vitória, alegava que o caso entre o filho e Clifden havia contribuído para a morte do marido, o príncipe Alberto, uma vez que ele adoecera após visitar o filho imediatamente ao saber do relacionamento com Clifden. [53]
Agnes Keyser Foi amante de longa data do rei Eduardo VII. De todas as suas amantes, talvez com a exceção da socialite Jennie Jerome, Keyser era a mais aceita pelos círculos reais, incluindo a esposa do rei. Permaneceu fiel a Eduardo até sua morte, em 1910. [54]
Alice Keppel Em 1898, Keppel, então com 29 anos, conheceu o Príncipe de Gales, mais tarde rei Eduardo VII, e logo se tornou sua amante. Keppel morava na 30 Portman Square, onde Eduardo a visitava regularmente; o marido dela, convenientemente, se ausentava durante as visitas. Por meio de sua associação com a família real, Keppel acumulou grande riqueza. O rei permitiu que amigos, como Sir Ernest Cassel, fizessem doações que a mantiveram financeiramente segura. Em vez de lhe dar dinheiro diretamente da Bolsa Privada, Eduardo transferiu para Keppel ações de uma empresa de borracha; mais tarde, essas ações renderam 50.000 libras esterlinas, o equivalente a cerca de 7,5 milhões de libras em valores de 2008. O rei deixou que seus próprios banqueiros e consultores financeiros administrassem esses negócios. Keppel foi mãe da escritora Violet Trefusis, famosa por seu relacionamento lésbico com a poetisa Vita Sackville-West, e bisavó materna da rainha Camilla, segunda esposa do rei Charles III e outrora também sua amante real. [55][56][57]
Daisy Greville Nascida na alta nobreza e descendente do rei Carlos II e de sua amante Nell Gwyn, Daisy rejeitou uma proposta de casamento do Duque de Albany, filho da rainha Vitória. Mulher de espírito livre, casou-se com o Conde de Warwick, mantendo com ele um casamento aberto. O casal fazia parte do Grupo de Marlborough House, liderado pelo Príncipe de Gales, futuro rei Eduardo VII. A partir de 1886, seguindo os costumes da aristocracia da época, Daisy manteve várias relações extraconjugais com homens influentes, sendo a mais famosa com o próprio Príncipe de Gales. Além de sua vida pessoal pouco convencional, Daisy apoiava a causa socialista, financiando iniciativas e organizações voltadas a diversos programas de apoio aos mais desfavorecidos nas áreas de educação, habitação e emprego. Sua conduta inspirou a popular canção de music hall Daisy Bell. [58][59][60]
Lady Susan Vane-
Tempest
Lady Susan foi dama de honra de Vitória, Princesa Real, e dois anos depois casou-se com Lorde Adolphus Vane-Tempest. Por volta de 1864, após a morte do marido, tornou-se amante do Príncipe de Gales, mais tarde rei Eduardo VII, e supostamente deu à luz um filho ilegítimo em 1871. [61]
Jennie Jerome Casada, Jennie conheceu o Príncipe de Gales, futuro rei Eduardo VII, durante uma regata de vela na Ilha de Wight, em agosto de 1873. Tornou-se amante de Eduardo, assim como de Karl Kinsky, do rei Milan I da Sérvia e de Herbert, filho do ex-chanceler alemão Otto von Bismarck. A rainha Alexandra apreciava especialmente a companhia de Jennie, embora soubesse de seu caso com o marido. Jennie foi mãe do futuro Primeiro-Ministro Winston Churchill. [62]
Sarah Bernhardt Foi uma atriz francesa, considerada por alguns como 'a mais famosa atriz da história'. Nos últimos anos de seu casamento, Sarah Bernhardt teria se envolvido com o Príncipe de Gales, que posteriormente se tornaria o rei Eduardo VII. [63]
Lillie Langtry Lillie Langtry, uma popular atriz britânica, chamou a atenção do Príncipe de Gales, futuro rei Eduardo VII, que tratou de conseguir um lugar ao lado dela em um jantar oferecido por Sir Allen Young em 24 de maio de 1877, enquanto o marido de Lillie estava sentado do outro lado da mesa. Embora Eduardo fosse casado com Alexandra da Dinamarca, com quem já tinha seis filhos, ele era conhecido por seus casos extraconjugais e logo se interessou por Lillie, que se tornou sua amante semi-oficial. Ela chegou a ser apresentada à mãe de Eduardo, a rainha Vitória, e manteve uma relação cordial com a mulher do príncipe. [64][65]
Rosa Lewis Louisa Cavendish, cozinheira e proprietária do The Cavendish Hotel em Londres, era conhecida como a 'Rainha das Cozinheiras' devido às suas habilidades culinárias excepcionais. Ela manteve um caso com o rei Eduardo VII na década de 1890 e também era apelidada de 'A Duquesa da Jermyn Street'. [66][67][68][69]
Mary Cornwallis-
West
Cornwallis-West tornou-se amante do futuro rei Eduardo VII aos 16 anos. Ela ganhou notoriedade por usar sua influência sobre o Príncipe de Gales para facilitar casamentos vantajosos para seus filhos, destacando-se especialmente o matrimônio de sua filha mais nova, Constance Lewes, com o rico Duque de Westminster. [70][71]
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Leonie Leslie Irmã de Jennie Jerome, ela foi amante e confidente do Duque de Connaught e Strathearn, o terceiro filho da rainha Vitória, mantendo um relacionamento com ele por várias décadas. [72]
Adele Capell Após enviuvar do Conde de Essex em 1916, ela iniciou um relacionamento com o Duque de Connaught e Strathearn. Quando o duque também ficou viúvo em 1917, Capell e ele supostamente se comprometeram, mas o casamento nunca aconteceu. [73]
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Lady Rosemary
Leveson-Gower
Filha do Duque de Sutherland, lady Rosemary e o futuro Eduardo VIII se conheciam desde a infância, pois os pais do príncipe, o rei Jorge V e a rainha Maria, eram frequentemente convidados do duque. Eles se reencontraram na França durante a Primeira Guerra Mundial, envolveram-se romanticamente e Eduardo pediu a mão de lady Rosemary em casamento, ao que ela aceitou. Embora o rei e a rainha gostassem de Rosemary, eles vetaram o casamento. A recusa baseou-se em dúvidas sobre a família materna da duquesa, a família St Clair-Erskine, mais especificamente em duas pessoas. A primeira era Daisy Greville, condessa de Warwick, tia materna de Rosemary e outra amante do defunto rei Eduardo VII, o pai do então rei Jorge V. Após a morte de seu pai, o rei Jorge teve que tomar medidas legais contra a condessa para impedir a publicação das cartas trocadas entre ela e Eduardo VII. A outra pessoa era o tio de Rosemary, James St Clair-Erskine, conde de Rosslyn. O conde foi casado três vezes e era um jogador compulsivo falido. A monarquia considerou seus comportamentos falhos, e sua proximidade com Rosemary foi suficiente para que a permissão fosse negada. Assim que Rosemary tomou conhecimento das opiniões do rei e da rainha, declarou que, de fato, nunca quis se casar com o Príncipe de Gales. [74][75][76][77][78][79]
Marguerite Alibert Foi uma socialite e prostituta francesa. Alibert conheceu o Príncipe de Gales, mais tarde rei Eduardo VIII, em abril de 1917, no Hôtel de Crillon em Paris. Na época, Eduardo estava na França como oficial da Guarda Granadeiro, atuando na Frente Ocidental durante a Primeira Guerra Mundial. O príncipe se apaixonou por ela e, durante o relacionamento, escreveu muitas cartas sinceras a Alibert. Embora o caso tenha sido intenso enquanto durou, no final da guerra, Eduardo acabou encerrando o relacionamento. [80]
Pinna Nesbit Foi uma atriz canadense de cinema mudo que teve um caso enquanto estava casada com o rei Eduardo VIII, ainda na época em que ele era o Príncipe de Gales. [81]
Freda Dudley Ward Embora casada com William Dudley Ward desde 1913, Freda teve um relacionamento com Eduardo, Príncipe de Gales, que durou de 1918 até ser substituída pela norte-americana Thelma Furness (nascida Morgan) em 1929. Foi Thelma quem apresentou Eduardo a Wallis Simpson. O caso entre Ward e o príncipe de Gales era de conhecimento comum nos círculos aristocráticos. [82][83]
Thelma Furness Furness conheceu o Príncipe de Gales em um baile na Londonderry House em 1926, mas só se reencontraram no Leicestershire Agricultural Show, em Leicester, em 14 de junho de 1929. Eduardo convidou-a para jantar, e a partir desse encontro, eles começaram a se ver regularmente. O relacionamento romântico entre eles se intensificou quando Furness se juntou ao príncipe em um safári na África Oriental no início de 1930. Após o retorno do príncipe à Grã-Bretanha em abril de 1930, Thelma tornou-se sua companheira regular de fim de semana no recém-adquirido Fort Belvedere, onde ela permaneceu até janeiro de 1934. [84][85][86][87]
Wallis Simpson Foi uma socialite norte-americana e esposa do ex-rei Eduardo VIII, que abdicou do trono para se casar com ela e assumiu o título de 'Duque de Windsor'. O relacionamento entre Wallis e Eduardo começou em janeiro de 1934, enquanto ele ainda mantinha um romance com Thelma Furness, que estava em Nova Iorque na época. A intenção de Eduardo de se casar com Wallis, apesar de ela ser divorciada e ter dois ex-maridos vivos, causou uma crise constitucional que culminou em sua abdicação. Após a abdicação, Eduardo se casou com Wallis em 1937. Ela passou a ser formalmente conhecida como 'Duquesa de Windsor', mas não recebeu o título de "Sua Alteza Real", sendo tratada como "Sua Graça". [88][89]
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Sheila Chisholm No final de 1918, Sheila, já casada com Lorde Loughborough, conheceu o príncipe Alberto, futuro rei Jorge VI, e ambos iniciaram um relacionamento amoroso. Em abril de 1920, a pedido de seu pai, o rei Jorge V, o príncipe terminou seu relacionamento com Chisholm, que ainda era casada, em troca do título de Duque de Iorque. [90]
Poppy Baring Em 1921, o Duque de Iorque, futuro rei Jorge VI, apaixonou-se por Poppy. Ele propôs casamento, e ela aceitou, mas a rainha Maria deixou claro que o casamento era impossível devido à má reputação da noiva. Seis anos depois, Poppy teve um caso com o Duque de Kent, mas desta vez foi o rei Jorge V quem se opôs ao romance, pois considerava que Poppy não era 'adequada' devido ao seu baixo nascimento, já que era apenas a filha de um baronete. [91][92][93][94]
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Beryl Markham Em 1928, enquanto estava grávida do marido, Beryl teve um caso com o Duque de Gloucester, conhecido informalmente como "Harry", filho do rei Jorge V. Eles se conheceram e apaixonaram-se durante uma viagem do príncipe ao Quênia. De volta à Inglaterra, Harry instalou Beryl como sua amante no Grosvenor House Hotel, a poucos minutos do Palácio de Buckingham. Jorge V tentou encerrar o caso, enviando Harry em uma visita real ao Japão, mas o relacionamento foi retomado após seu retorno. Quando o marido de Beryl se divorciou dela e ameaçou revelar cartas privadas do príncipe para sua esposa, o caso finalmente chegou ao fim. O duque e Beryl nunca mais se encontraram, embora ela tenha escrito para ele quando ele visitou o Quênia em 1950 com sua esposa, sem obter resposta. [95][96]
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Lady Mary Lygon Em junho de 1930, lady Mary, filha do sétimo Conde Beauchamp, estava em um relacionamento com o príncipe Jorge, filho do rei Jorge V, e planos de casamento entre eles começaram a ser discutidos. No entanto, esses planos foram abandonados em 1931, quando um escândalo sexual envolvendo o pai de Mary eclodiu. O escândalo resultou no divórcio dos pais da noiva, o que arruinou as chances de Lady Mary se casar com o filho do rei. [97]
Jessie Matthews Atriz norte-americana, Matthews conheceu o príncipe Jorge, filho do rei Jorge V, pela primeira vez durante um jantar na York House. Ela recordou que Jorge estava visivelmente mal, provavelmente devido ao excesso de bebida e possivelmente ao uso de drogas. Durante a refeição, ele parecia fascinado de maneira bizarra pela textura do seu vestido de noite e, após algum tempo, acabou caindo inconsciente sobre o café e os licores. Antes desse encontro, Matthews já havia tido um encontro casual com o irmão de Jorge, o Príncipe de Gales. [98][99][100]
Cecil Roberts Jornalista, poeta e dramaturgo inglês, Roberts teve um relacionamento com o príncipe Jorge, filho do rei Jorge V, na década de 1920, embora os detalhes de como se conheceram não sejam claros. Ele, no entanto, não hesitou em se beneficiar do romance com o príncipe, compartilhando o fato de ser amante de Jorge com seus amigos, incluindo figuras como Laurence Olivier, Ivor Novello, o Barão Gottfried von Cramm e W. Somerset Maugham. [101][102]
Noël Coward O popular ator e dramaturgo britânico Noel Coward conheceu o príncipe Jorge, filho do rei Jorge V, quando tinha apenas 19 anos. Ambos mantiveram um relacionamento romântico e sexual, embora o parceiro de longa data de Coward, Graham Payn, tenha negado qualquer envolvimento físico entre eles. No entanto, Coward admitiu ao historiador Michael Thornton que teve um 'namorico' com Jorge. Relatos de serviços de segurança britânicos sugerem que os dois foram vistos juntos em Londres, travestidos, e chegaram a ser presos pela polícia sob suspeita de prostituição. Acredita-se que cartas de amor de Jorge para Coward foram roubadas de sua casa em 1942, e algumas cartas foram posteriormente compradas de volta de um prostituto em Paris que as usava para chantageá-lo. Ao saber da morte de Jorge em 1942, Coward comentou: "Repentinamente, descobri que o amava mais do que sabia". [103][104][105]
Kiki Preston Kiki Preston, uma socialite norte-americana, era conhecida nos círculos da alta sociedade como 'a garota com a seringa de prata', devido ao seu vício em heroína, cocaína e morfina. Ela conheceu o príncipe Jorge, filho do rei Jorge V, no início da década de 1920 e, em 1928, apresentou-lhe a cocaína e a morfina, entre outras substâncias. Há rumores de que o príncipe Jorge tenha participado de um ménage à trois com Preston e um argentino chamado Jorge Ferrara. Em uma tentativa de salvar seu irmão, o Príncipe de Gales, que estava preocupado com o vício de Jorge, tentou persuadir ambos a romperem o relacionamento, mas sem sucesso. Eventualmente, Eduardo forçou Jorge a interromper o contato com Preston e mandou-a deixar a Inglaterra durante uma visita em 1929. Mesmo anos depois, Eduardo temia que Jorge recaísse nas drogas caso mantivesse qualquer vínculo com Preston. Em 1932, o príncipe Jorge se encontrou com Preston inesperadamente em Cannes, e Eduardo teve que removê-lo quase à força da situação Aparentemente, eles tiveram um filho ilegítimo chamado Michael Temple Canfield (1926–1969). Preston cometeu suicídio aos 48 anos, pulando do alto de seu apartamento, em uma morte envolta em mistério. [106][107][108][109][110][111][112][113]
José Evaristo Uriburu Roca Filho do embaixador da Argentina no Reino Unido, José Uriburu Tezanos, e neto do presidente José Evaristo Uriburu, José Evaristo Uriburu Roca e o príncipe Jorge, filho do rei Jorge V, se conheceram em uma recepção diplomática na década de 1920 e iniciaram um caso amoroso. Tezanos foi posteriormente enviado de volta para a Argentina, após seu pai flagrar o filho com o príncipe em uma relação sexual em sua própria residência. Antes de ser enviado de volta, ele foi compensado com uma grande soma de dinheiro. Pouco se sabe sobre a vida posterior de Uriburu Roca, mas sabe-se que ele e Jorge se encontraram novamente em 1931, durante uma viagem pelo Peru, sul do Brasil e Argentina, embora não haja relatos de qualquer relação sexual entre ambos nesse período. Tezanos morreu em 1995, em Buenos Aires. [114][115]
Margaret Campbell Socialite escocesa conhecida como a 'Duquesa Suja' devido aos seus inúmeros casos amorosos e ao seu escandaloso divórcio com o Duque de Argyll, teve um caso amoroso com o príncipe o Duque de Kent, quando ele já era casado. [116][117]
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Peter Townsend Após a Segunda Guerra Mundial, Peter Townsend, oficial da Força Aérea Real, palafreneiro do rei Jorge VI e divorciado, envolveu-se romanticamente com a princesa Margaret. No entanto, muitos membros do governo consideraram Townsend um marido inadequado para a princesa, e a Igreja Anglicana recusou-se a aprovar o casamento entre uma princesa e um plebeu divorciado. Sob pressão, Townsend e Margaret abandonaram qualquer plano de casamento. [118][119]
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James Hewitt Ex-oficial de cavalaria do Exército Britânico, Hewitt ganhou notoriedade em meados da década de 1990, depois que a princesa Diana revelou publicamente, em rede nacional pela BBC, ter mantido um relacionamento extraconjugal com ele, enquanto era casada com o então Príncipe de Gales. [120][121][122]
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Camilla Shand Camilla e Charles III mantiveram por muitos anos um relacionamento extraconjugal enquanto ele ainda era Príncipe de Gales, fato amplamente divulgado pela mídia e que atraiu atenção internacional. Posteriormente, Camilla casou-se com o príncipe em 2005 e, com a ascensão dele ao trono em 2022, tornou-se "Rainha Consorte do Reino Unido". [123]

Ver também

Referências

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