Almirzinho

Almirzinho
Nome completoAlmir Serra
Nascimento20 de novembro de 1970 (55 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Ocupaçãovocalista, cavaquinista
Gravadora(s)Gufo Records - Dipiù Music
Afiliação(ões)Grupo Revelação

Almir Serra, mais conhecido como Almirzinho (Rio de Janeiro, 20 de novembro de 1970) é um cantor, compositor, arranjador e produtor musical brasileiro.[1]

Carreira

Nascido em uma tradicional família de sambistas, é filho de Almir Serra, conhecido como Almir Guineto, um dos maiores representantes do samba de raiz, neto de Dona Fia e Iraci Serra, Almir teve o privilegio de cantar ao lado de Candeia e de outros eternos mestres do samba e, para completar a sua rica arvore genealógica, é sobrinho do Mestre Louro do Salgueiro, e de Chiquinho (fundador do grupo Os Originais do Samba).[1]

Após um ano à frente do Grupo Revelação, do qual fazia parte desde abril de 2014, o cantor retomou sua carreira solo.[2][3]

Sua trajetória gerou frutos bem cedo, com 9 anos de idade integrou na bateria do Salgueiro, aos 15 anos, começou a compor e em 1996 mudou-se para São Paulo, em busca de um novo universo musical,[1] onde logo depois foi convidado para participar do Grupo “Algo Mais” como vocalista, deixando a sua marca com um CD e autenticando a fase em que ganhou o apelido de “Almirzinho”, adotando-o como seu nome artístico por um longo tempo.[carece de fontes?]

A partir de 1997, aventura-se em casas noturnas, e encabeça o projeto chamada “Terra Brasil”, sendo o percussor do “Samba de Mesa”, em terras paulistanas, onde recebeu artistas de diferentes vertentes musicais.[2] Durante quase duas décadas bebeu dessa fonte. Nesse período participou da gravação de três CDs produzidos pelo “Terra Brasil”, com vendagem acima das 600 mil cópias em todo Brasil.[2] Participou ainda do CD do cantor Reinaldo, no CD dos Originais Samba, e em 2004 participou do CD e DVD “Melhores do Ano”;[1] tendo a música de sua autoria, intitulada “Diz Porque”, gravada pelo Grupo Fundo de Quintal.[carece de fontes?]

Gravou em 2001, o CD “Samba”, onde contou com a participação especial de Beth Carvalho. O cd traz músicas autorais e de veteranos; “Ainda Menino”, “Batuca Aí Batuqueiro”, “Dor Da Saudade”, "Gravatá”, “Nosso Amor”, “Sedução”, “Verdade Passageira”, entre outros.[1]

Depois de provar as delícias do samba, no ano 2007 decide dar vida ao um novo projeto, com músicas autorias e lança o CD chamado “Lado B”, com 12 músicas, que mostram outro aspecto artístico, cujas canções emanam influência da bossa nova, do jazz, swing, e até mesmo do rock. CD voltado para MPB com participações de Seu Jorge e Adriana Ribeiro. Esse trabalho rendeu ao artista convites pra participar de festivais como CARNACELONA na Espanha, CARNALISBOA em Portugal e BRAZILIANDAY em Madrid, além de diversas apresentações em casas noturnas ao redor da Espanha, onde fez um tour por nove meses.[2]

Ao longo desse trajeto, o cantor assinou com a gravadora Gufo Records, um dos selos discográficos da Dipiù Music, uma editora musical italiana.[2]

Em 2016, além de ter firmado o contrato discográfico, o Almir assinou também com o empresário artístico português José Fortes Da Gama, de Lisboa.[2]

Discografia

  • 2001 - CD - Almmirzinho[1]
  • 2001 - CD - Samba
  • 2007 - CD - Lado B

Referências

  1. a b c d e f «Almmirzinho». Dicionário Cravo Albin. Consultado em 12 de dezembro de 2025 
  2. a b c d e f «ALMIR SERRA assina contrato com gravadora italiana e empresário europeu». Cartão de Visita. R7. 22 de janeiro de 2016. Consultado em 13 de dezembro de 2025 
  3. «Revelação anuncia saída de Almirzinho». Sambando. 15 de junho de 2025. Consultado em 13 de dezembro de 2025