Albino (governador)
| Albino | |
|---|---|
| Nascimento | século I |
| Morte | 69 Mauritânia romana |
| Cidadania | Roma Antiga |
| Ocupação | político |
Luceio Albino ou Lúcio Albino foi o 6º procurador da província romana da Judeia, entre os anos 62 d.C. e 64 d.C. na condição de procurador, sendo precedido por Pórcio Festo e sucedido por Géssio Floro. Posteriormente serviu como governador da Mauritânia Tingitana de 64 d.C. a 69 d.C., sendo precedido por Caio Rutílio Segundo e sucedido por Sexto Sêncio Cecília.
Biografia
| Governadores da Judeia | ||
Nero nomeou Albino para governar a Judeia logo após a notícia da morte de seu antecessor, Festo, ter chegado a Roma. Albino enfrentou seu primeiro desafio ao viajar de Alexandria para a Judeia. No tempo entre a morte de Festo e a chegada do novo procurador, Anano, o sumo sacerdote, convocou o Sinédrio Tiago, irmão de Jesus
Albino enfrentou seu primeiro desafio antes mesmo de chegar à Judeia, durante sua viagem de Alexandria. No tempo entre a morte de Festo e a chegada do novo procurador, o sumo sacerdote Anano aproveitou o vácuo de poder e convocou o Sinédrio e para condenar Tiago, irmão de Jesus e vários outros à morte por apedrejamento.[1]
Indignados com as ações de Anano, um grupo de cidadãos enviou mensageiros a Agripa exigindo sua intervenção; uma delegação também se reuniu com Albino e o informou do ocorrido. Albino escreveu a Ananus, repreendendo-o severamente, informando-o que era ilegal convocar o Sinédrio sem sua permissão e ameaçando puni-lo. Como resultado, Agripa destituiu Anano do sumo sacerdócio e nomeou Jesus, filho de Dameu, em seu lugar.[1]
Assim que chegou a Jerusalém, Albino tentou restaurar a ordem, executando todos os ladrões. Joseso registra que Albino se tornou amigo de Ananias, filho de Nebedeu, que havia se tornado sumo sacerdote.Erro de citação: Elemento de fecho </ref> em falta para o elemento <ref> Não contente com a Mauritânia, Albino passou a ameaçar a Hispânia. o governador da Hispânia, Marco Clúvio Rufo, em resposta, mobilizou a Décima legião e passou a espalhar rumores de que Albino pretendia se proclamar rei na Mauritânia com o título de Juba. Como resultado, Albino e sua esposa foram assassinados pouco depois.[2]
Ver também
Referências
- ↑ a b James Ussher, The Annals of the World [em linha]
- ↑ Tácito, Histórias, Volume II, Seção 59
Ligações externas
- Tácito. «Histórias». Consultado em 24 de março de 2015 (trad. para o inglês por William Hamilton Fyfe)
Bibliografia
| Precedido por Pórcio Festo |
Governadores da Judeia Luceio Albino (62-64) |
Sucedido por Géssio Floro |