Ácido 3,4-di-hidroxifenilacético
Ácido 3,4-di-hidroxifenilacético
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| Nomes | |||||||||||||||||||
| Nome IUPAC | 2-(3,4-Dihydroxyphenyl)acetic acid | ||||||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||||||
Ácido 3,4-diidroxifenilacético (DOPAC, do inglês 3,4-dihydroxyphenylacetic acid) é um metabólito do neurotransmissor dopamina.
Dopamina pode ser metabolizada em uma de três substâncias. Uma das quais é o DOPAC. Outra é a 3-metoxitiramina (3-MT). Ambas estas substâncias são degradadas para formar ácido homovanílico (HVA, homovanillic acid). Ambas as degradações envolvem as enzimas monoamina oxidase (MAO) e catecol-O-metil transferase (COMT), embora em ordem inversa: MAO catalise dopamina a DOPAC, e COMT catalisa DOPAC a HVA; enquanto COMT catalisa dopamina a 3-MT e MAO catalisa 3-MT a HVA. O terceiro produto final metabólico da dopamina é a norepinefrina (noradrenalina).
DOPAC pode ser oxidado por peróxido de hidrogênio, conduzindo à formação de metabólitos tóxicos os quais destroem vesículas de estocagem de dopamina na substantia nigra. Isto pode contribuir para a falência do tratamento por levodopa para a doença de Parkinson. Um inibidor MAO-B tal como a selegilina ou a rasagilina pode prevenir isto de acontecer.
O ácido 3,4-diidroxifenilacético é também um metabólito da quercetina.[1]

Referências
- ↑ Charles W. Murray, Albert N. Booth, Floyd DeEds, Robert H. Wilson; 3,4-DIHYDROXYPHENYLACETIC ACID—A METABOLITE OF QUERCETIN; J. Am. Chem. Soc., 1953, 75 (13), pp 3289–3289 - DOI: 10.1021/ja01109a521
