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XXI.
 
O DIA DE ANNO BOM DE 1835.
 
Vai-te, vai-te… Sepulta-te; não surjas    Do abysmo do passado, Anno, que para mim seculo foste    De contínuos tormentos.
Vai-te, vai-te… Nem mais lembrança tua A mente atribulada me ennegreça;