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XVIII.
A SEPULTURA DE FILINTO ELYSIO,
NO CEMITERIO DO PÈRE LA CHAISE.
Eis-me fóra do mundo, Nas solidões dos mortos,No imperio do silencio, e da tristeza,De campas, e cyprestes rodeado!
Scenas aqui não ha que aprazer possamAos sentidos daquelles, que embebidosNas illusões do mundo, a morte temem,