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^ 13. Ver Christopher Simpson, Science of coercion.
^ 14. Ver Joseph Nye, Soft power.
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^ 17. Ver John Locke, Two treatises of government, páginas 374-427. John Locke era o teórico chefe da Revolução Inglesa de 1688.
^ 18. Thomas Jefferson, First inaugural address, páginas 2-3.
^ 19. Ver Alexis de Tocqueville, Democracy in America, volume 1, páginas 343-432; Democracy in America, volume 2, páginas 222-225.
^ 20. Ver C. Wright Mills, The power elite.
^ 21. Ver Stuart Leslie, The Cold War and american science; e André Schiffrin, The Cold War and the university.
^ 22. Christopher Rand, Cambridge U.S.A., página 4.
^ 23. Até 1952, o Departamento de Defesa provia 96% do financiamento governamental para pesquisa de ciências sociais. Ver Christopher Simpson, Science of coercion, página 52.
^ 24. Ver Daniel Bell, Sociological journeys, páginas 119-137; e Wald, New York intellectuals, páginas 27-192.
^ 25. Ver Wald, New York intellectuals, páginas 193-225, 267-310; Daniel Bell, Sociological journeys, páginas 119–137; e Saunders, Who paid the piper? páginas 7-56.
^ 26. Ithiel de Sola Pool, The necessity for social scientists doing research for governments, página 111.
^ 27. Ignazio Silone, The initiates, página 118.
^ NT 1 — Filistinismo — De filistino, relativo ao povo não-semita habitava a Filistéria, ou Palestina, desde o século XII a.C., os filisteus. Contemporaneamente, o termo refere-se à pessoa que é guiada pelo materialismo e é usado correntemente para significar desdenho a valores artísticos e intelectuais ou desinformação sobre uma área específica do conhecimento.