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economia fetíchica, estavam convencidos de que a tecnologia era o ápice de uma nova fase na evolução social. O significado do presente fora revelado na antecipação desse caminho para o progresso. Assim como a obsessão da IBM pela inteligência artificial, os defensores do mcluhanismo dedicavam-se a promover seu próprio futuro imaginário: a sociedade da informação.
Notas:
^ 1. Ver Editores dos livros Time-Life, Official guide, página 180.
^ 2. Em 23 de março de 1964, a revista Life publicou um especial duplo, Vacationland USA (Feriaslândia EUA), para coincidir com a abertura da Feira Mundial.
^ 3. Ver Neil deGrasse Tyson, Unisphere.
^ 4. Ver Daniel Glover, Telstar; e Erik Barnouw, A tower in babel, páginas 235-285.
^ 5. Ver Warren Hinckle, Marshall McLuhan.
^ 6. Tom Wolfe, What if he is right?, página 110. Ver também Philip Marchand, Marshall McLuhan, páginas 136—211.
^ 7. Ver Marshall McLuhan, The mechanical mride; e Marchand, McLuhan, páginas 42—110.
^ 8. Ver Donald Theall, The virtual Marshall McLuhan, página 7; e Flo Conway e Jim Siegelman, Dark hero of the information age, página 277.
^ 9. Ver Harold Innis, Empire and communications, páginas 166-167; e William Kuhns, The post-industrial prophets, páginas 139-168.
^ 10. Kuhns, The post-industrial prophets, página 169. Ver também o prefácio de McLuhan em Harold Innis, Empire and communications, páginas V-XII.
^ 11. Marshall McLuhan, Understading media (Os meios de comunicação como extensões do homem), página 18.
^ 12. Ver McLuhan, Understading media (Os meios de comunicação como extensões do homem), páginas 7-21.
^ 13. Ver McLuhan, Understading media (Os meios de comunicação como extensões do homem), página 39.