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Na planície avermelhada os juàzeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinàriamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio sêco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juàzeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.

Arrastaram-se para lá, devagar, sinha Victoria com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de fôlha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia prêsa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás. Os juàzeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.

— Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai.

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