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— Não senhor; eu...
— Você então é o camarada do Zaéca? — secundou semelhantemente, espichando o pescoço para reconhecer-me.
— Tambem não! Eu...
A esse ponto enxergou-me gravata e collarinho, e disse, descobrindo-se:
— O sr. desculpe, eu vejo pouco. Veio buscar fubá?
— Não! Desejava apenas, se não incommodo, descansar um pouco e almoçar, sendo possivel.
— Decerto que ha de ser possivel! Uma quarta só?
— Como lhe dizia, não vim precisamente para isso...
Ahi Sontonho fez da mão porta-voz e berrou-me na concha do ouvido:
— Meio alqueire?
Larguei a redea e fugi para a mascara da fazenda.
— Trouxe sacco? gritou ainda elle, no ouvido do cavallo.
Não sei como findou o dialogo, que foi longo, a avaliar pelos brados que soavam para os lados da porteira.