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VERSOS DA MOCIDADE
Repouza, entregue á paz do sono, o acampamento,
Emquanto a sentinela imovel, descançando
Na longa carabina a bronzeada mão,
Sonda, interroga em vão com o olhar sonolento
Os confins do dezerto onde, de quando em quando,
Reboam no silencio os urros de um leão.