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ultimos cantos.

O frescor juvenil dos vossos annos,
E as que vos ornão, deleitosas graças,
Hão de ameigar-lhe as cordas, perfumal-as,
Dictar-lhe os faceis, inspirados carmes.



A estrella, que fulge no céo anilado,
Com placido brilho de noite s’inflamma;
Na fonte e no prado
Reflexos luzentes esparge e derrama.

Nos ramos cobertos de ameno rocio
As aves descantão á luz da alvorada,
E a meiga toada
Repetem aos echos do bosque sombrio.

Na gleba virente, do sol bafejada,
Recende perfumes a flor matutina,
Que á luz da alvorada
Ao sopro da brisa de leve s’inclina.