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ultimos cantos.
No arco que enteza
Tem certa uma presa,
Quer seja tapuya,
Condor ou tapyr.
III.
O forte, o cobarde
Seus feitos inveja
De o ver na peleja
Garboso e feroz;
E os timidos velhos
Nos graves concelhos,
Curvadas as frontes,
Escutão-lhe a voz!
IV.
Domina, se vive;
Se morre, descança
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sè bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte hade vir!