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MARABÁ.

Eu vivo sosinha; ninguem me procura!
Acaso feitura
Não sou de Tupá!
Se algum d’entre os homens de mim não se esconde,
— Tu és, me responde,
— Tu és Marabá!

— Meus olhos são garços, são côr das saphiras,
— Tem luz das estrellas, tem meigo brilhar;
— Imitão as nuvens de um céo anilado,
— As cores imitão das vagas do mar!

Se algum dos guerreiros não foge a meus passos:
«Teus olhos são garços,