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ultimos cantos.

«Corrão livres as lagrimas que choro,
«Estas lagrimas, sim, que não deshonrão».

X.

Um velho Tymbira, coberto de gloria,
Guardou a memoria
Do moço guerreiro, do velho tupy!
E á noite nas tabas, se alguem duvidava
Do que elle contava,
Dizia prudente: — «Meninos, eu vi!

«Eu vi o brioso no largo terreiro
Cantar prisioneiro
Seu canto de morte, que nunca esqueci:
Valente, como era, chorou sem ter pejo;
Parece que o vejo,
Que o tenho nest’hora diante de mí.

«Eu disse comigo: Que infamia d’escravo!
Pois não, era um bravo;
Valente e brioso como elle não vi!
E á fé que vos digo: parece-me encanto
Que quem chorou tanto,
Tivesse a coragem que tinha o Tupy!»