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ultimos cantos.
D’aquelle exicio grande a imagem viva
Ante os olhos do corpo affigurada.
Não era que a verdade conhecesse
Inteira e tão cruel qual tinha sido;
Mas que funesto azar correra o filho,
Elle o via; elle o tinha ali presente;
E era de repetir-se a cada instante.
A dôr passada, a previsão futura
E o presente tão negro, ali os tinha;
Ali no coração se concentrava,
Era n’um ponto só, mas era a morte!
Tu prisioneiro, tu?
— Vós o dissestes.
— Dos indios?
— Sim.
— De que nação?
— Tymbiras.
— E a musurana funeral rompeste,
Dos falsos manitÔs quebraste a maça...
— Nada fiz... aqui estou.
— Nada! —
Emmudecem;
Curto instante depois prosegue o velho: