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ultimos cantos.
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Entesa-se a corda da embira...

Chamava-se mussurana á corda com que se atava o prisioneiro. — «Et une longue corde nommée massarana, avec laquelle ils les altachent (les captifs) quand ils doivent être assomés.» (II. Staden, pag. 300). Masurana escreve Ferdinand Denis, accrescentando que era feita de algodão. É possivel que em algumas tribus fosse feita desta materia, mas convém notar que na maior parte dellas usava-se fabricar cordas de embira.


Adorna-se a massa com pennas gentis.

A massa do sacrificio não era o mesmo que a ordinaria, e tinha mais a differença dos ornatos que se lhe juntava, e do esmero com que era trabalhada. Lavravão e pintavão todo o punho — embagadura, como o chamavão — com desenhos e relevos a seu modo curiosos, e della deixavão pendente una borla de pennas delicadas e de cores differentes, sendo a folha ornada de mosaicos —. «Pintão (diz H. Staden, pag. 301) a massa do sacrificio, a que chamão iverapeme, com a qual deve ser sacrificado o prisioneiro: passão-lhe por cima uma materia viscosa, e tomando depois a casca dos ovos de um passaro chamado Mackukawa (acauam?) de côr parda escura, reduzcm-n’as a pó, e com elle salpicão toda a massa. Preparada a iverapeme, e adornada de pennas, suspendem-n’a em uma cabana inhabitada, e cantão em redor della toda a noite.» — Ferdinand Denis, accrescentando-lhe o artigo francez, escreve Liverapeme, que diz ser feita de páo-ferro e com mosaicos de differentes cores. Vasconcellos dá-lhe o nome de Tangapema, que é o termo do diccionario brasiliano.