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ultimos cantos.
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Tornão prados a despir-se,
Tornão flores a murchar,
Tornão de novo a vestir-se,
Tornão depois a seccar;
E como gota filtrada
De uma abobeda escavada
Sempre, incessante a cahir,
Tombão as horas e os dias,
Como phantasmas sombrias,
Nos abysmos do porvir!

E no feretro de montes
Inconcusso, immovel, fito,
Escurece os horisontes
O gigante de granito:
Com soberba indifferença
Sente extincta a antiga crença
Dos Tamoyos, dos Pagés,
Nem vê que duras desgraças,
Que lutas de novas raças
Se lhe atropellão aos pés!

III.

E lá na montanha deitado dormido
Campeia o gigante! — nem pode acordar!