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SUSPIROS POETICOS
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    Mas eis que o adusto    Vento do norte,    Soprando forte,    Já o abala;    O tenro arbusto    Nesse tormento    Todo se dobra;    A verde gala    Amarellece;    E o duro vento,    Que em furia cresce,    Vai arrancando    Folha por folha,    E sobre a terra    Seccas lançando,    Té que despido    O deixa emfim.    O tempo assim    Nos vai roubando    Gratos prazeres    Da tenra idade,    Quantos amigos    A infancia tem;