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Guiai os versos meus, qual já guiaste
Altos Reis para o berço de um menino!
E a crença viva, — que no peito sinto,
Desabroxe em flor n’este meu hymno!

 

II.

 

Lá vejo os Reis soberanos,
Lá vejo as lindas zagallas,—
Lá vejo do pobre a pobreza,
Lá vejo dos ricos as galas!

Lá vejo ao pé de um bercinho
O mundo inteiro prostrado:
Nasceu o filho da Virgem,
No Céo,— na terra adorado !

Que festas!—Oh! que alegrias!
Na venturosa Bethlem—
Oh! que luzidos folguedos!
Oh! que de povos lá vem!.