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POESIA II.
 

 
O MALMEQUER.
 

Qual te vejo, ver-te, oh dor!
Penhor d’immensos desejos
D’immensas magoas penhor!


M. Leal-JuniorA Alcaxofra.

 

Mal-me-queres?—Bem-me-queres?
Que respondes, meiga flor?
Consulto nas tuas folhas
A sina do meu amor.

Quero ler o meu fadario
N’esta flor innocentinha:
Não me enganes, — não m’illudas
Malmequer! esp’rança minha!