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A ti, — mais aos sinceros companheiros
D’esta nossa amizade
São testemunhos, que pintar-lhe podem
Uma eterna saudade!
Por isso — me não leia o rico altivo,
Nem o nobre orgulhoso, —
Só me escute, o que entender os prantos
Do bardo desditoso!
12 de Julho de 18...
