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VIOLÕES QUE CHORAM...

 

Ah! plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Boccas murmurejantes de lamento.

Noites de além, remotas, que eu recordo,
Noites da solidão, noites remotas
Que nos azues da Phantasia bordo,
Vou constellando de visões ignotas.