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CAVEIRA
I
Olhos que foram olhos, dous buracos
Agora, fundos, no ondular da poeira...
Nem negros, nem azues e nem opácos.
Caveira!
II
Nariz de linhas, correcções audazes,
De expressão aquilina e feiticeira,
Onde os olfactos virginaes, fallazes?!
Caveira! Caveira!!
