Página:Pharóes.pdf/53

Esta página foi revisada, mas ainda precisa ser validada
PHARÓES
47

Na volupia da dor que me transporta,
Que este meu ser transfunde nos Espaços.
Sinto-te longe, ó Esperança morta.

E em vão alongo os vacillantes passos
Á procura febril da tua porta,
Da ventura celeste dos teus braços.