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SEM ESPERANÇA
Ó candidos phantasmas da Esperança,
Meigos espectros do meu vão Destino,
Volvei a mim nas leves ondas do Hymno
Sacramental da Bemaventurança.
Nas verêdas da vida a alma não cança
De vos buscar pelo Vergel divino
Do céo sempre estrellado e diamantino
Onde toda a alma no Perdão descança.
