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É ELLA! É ELLA! É ELLA! É ELLA!
E’ ella! é ella! — murmurei tremendo,
E o echo ao longe murmurou — é ella!
Eu a vi — minha fada aerea e pura —
A minha lavadeira na janella!
Dessas agoas furtadas onde eu moro
Eu a vejo estendendo no telhado
Os vestidos de chita, as saias brancas;
Eu a vejo e suspiro enamorado!
Esta noite eu ousei mais atrevido
Nas telhas que estalavão nos meus passos