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Raiava uma formosa madrugada.

Os primeiros vislumbres desmaiavam no céu o azul denso das noites dos tróipicos; e para as bandas do nascente já estampavam-se os toques diáfanos e cintilantes da safira.

A frescura deliciosa das manhãs serenas do sertão no tempo do inverno derramava-se pela terra, como se a luz celeste que despontava trouxesse da mansão etérea um eflúvio de bem-aventurança.