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Os campos, as terras da lavoura, a vegetação dos valles e das collinas adormecem além, repousam n’um fluido noctambulismo...

Por estradas agrestes pacificadas na bruma, uma voz de mulher, dispérsa no silencio, clara e sonóra, canta amorosamente para as estrellas que aflóram rútilas e mudas.

Canta para as estrellas! e parece que a sua voz, errante na vastidão infinita, vae inundada do mesmo perfume original que a alma viçosa e branda dos

vegetaes exhala na Noite...