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teu fulgôr, faculta-me a Graça real, o magnificente poder de rir — rir e amar, perpetuamente rir, perpetuamente amar...

Ó radiante orientalista do firmamento! Suprêmo artista grego das fórmas indeleveis e prefulgentes da Luz! pelo exotismo aziatico desses deslumbramentos, pelos magestosos cerimoniaes da basilica celeste a que tu presides, que esta Oração vá, suba e penetre os ethereos paços esplendorosos e lá para sempre vibre, se eternise atravez das forças firmes, n’um som alacre, cantante, de clarim proclamador e guerreiro.