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os selvagens do Brasil
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Honfleur, na Normandia, depois de quatro mezes passados sem avistar terra nenhuma.

Ajudei na descarga do navio e, concluida ella, a todos agradeci os beneficios recebidos e pedei ao capitão um passaporte.

Insistiu elle para que eu fizesse uma nova viagem no seu navio, mas deante das minhas escusas obteve-me um passaporte do almirante, governador da Normandia. Deu me ainda dinheiro para viagem.

Despedi-me cheio de gratidão e parti para Dieppe.