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aquela que lhe embalou o sono em pequenino e o ensinara a balbuciar rezas de pureza.
Ensinemos a humanidade a ser boa, generosa e nobre, sacrificando as suas paixões pelo bem dos seus semelhantes. Parte. Adeus!
Que a porta do cárcere se abra para deixar livre um homem de bem. »
Se estas palavras fôrem ditas e o Manuel as escutar, haverá raiado na sua existência a luz da verdadeira felicidade escudada na alegria da consciência.