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Os tumulos dos teus dão-te regaços!
Ama-te a sombra do salgueiro afflicto...
Vae, pois, meu livro! e como o corvo agreste
Traz-me, no bico, um ramo de cypreste!
Os tumulos dos teus dão-te regaços!
Ama-te a sombra do salgueiro afflicto...
Vae, pois, meu livro! e como o corvo agreste
Traz-me, no bico, um ramo de cypreste!