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A filha do pagé
A Martin Garcia Mérou.
I
No rio Negro.
Das margens, nenhum som da vida animal perturbava a tranquillidade das coisas. A pino, o sol mordia as densas vegetações sombrias, fustigava tenaz uma ou outra borboleta vagabunda sobre os nenuphares exhaustos. O rio seguia monotono, n’um esvaimento; apenas pelo meio,