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IV
Ao Sol[1]
Ao Sol[1]
A Fernando A. da Silva
Ó tu, que rolas por cima de nossas cabeças, resplandecente como o escudo de nossos paes; d’onde saem os teus raios, ó sol? D’onde vem a tua luz? Caminhas em tua magestosa formosura. Vendo-te, escondem-se as estrellas no firmamento; pállida e fria, a lua afoga-se nas ondas do occidente. Ficas sosinho, ó sol: quem poderia acompanhar-te o curso?
- ↑ Vertido de Ossian.