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^ (26) Este phenomeno não é raro em um Turco furioso. Em 1809, no correr de uma audiencia diplomatica, os bigodes do capitão-pachá eriçaram-se de indignação, como os de um tigre, infundindo grande terror aos drogmans. Espera-se que esses terriveis bigodes mudassem de côr, salvando, deste modo, maior numero de vidas, do que o dos cabellos, de que são formados.
^ (27) Amaun — perdão, quartel.
^ (28) Máo olhado — Superstição espalhada em todo o Levante e que produz sobre as imaginações credulas os mais extravagantes effeitos.
^ (29) Chale matizado, trazido pelas pessoas de distincção.
^ (30) Esta bella passagem appareceu, pela primeira vez, na 5ª edição :
« Mando-te as provas (escreveu Byron a M. Murray, 10 de Agosto de 1815 ).
Nunca hei de acabar esta infernal historia. Ecce signum — trinta e tres versos mais. Que cega-rega para o infeliz impressor, sem proveito algum para ti ! »
^ (31) O calpac é a parte solida e o centro do turbante, em torno do qual é o chale enrolado.
^ (32) Um turbante, uma columna e alguns versos decoram no cemiterio e no deserto o tumulo dos Osmanlis. Encontram-se nas montanhas muitos desses monumentos. São, as mais das vezes, o jazigo de alguma victima da insurreição, do saque, ou da vingança.
^ ( 33 ) Allah-hu. Por estas palavras, o muezzin, postado na mais alta galeria exterior do minarete, termina seu appello á oração.
Valid, filho de Abdalmalek, foi o primeiro, que ergueu uma torre, ou minarete, na grande masquita de Damasco, com um muezzim, ou prógoeiro para annunciar a hora da prece. Foi, depois, este uso universalmente adoptado pelos Orientaes. (D՚Herbelot.)