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Meu destino é chorar, viver errando,
Entre campas volvêr ossos quebrados
De sumidos cadaveres — olhando
Da especie humana os omnimosos fados.

Cumpra-se o meu destino! Irei prostrar-me
Junto da Cruz que o cemiterio alteia;
E lá um esqueleto ha de arrastar-me
A’ alguma cova hiante, humida e feia.