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os elephantes
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gnificos elephantes machos, um d’elles com enormes dentes e o ar supremo de um Patriarcha. Avisei, baixinho, os companheiros que me encarregava do animal do meio: o barão apontou ao mais pequeno, ao da esquerda: o capitão ao «Patriarcha».

— Agora! murmurei.

Bum bum bum! O elephante do barão tombou redondo, varado no coração. O meu cahiu pesadamente sobre os joelhos; mas quando pensei que ia desabar para o lado, morto, vejo a enorme massa que se ergue e larga galopando por diante de mim. Metti-lhe segunda bala na ilharga, que o abateu. Á pressa, com dois cartuchos mais na carabina, corri para elle e findei-lhe misericordiosamente a agonia.

Voltei-me então para vêr o que se passára com o elephante do capitão, o «Patriarcha», que eu ouvira por traz de mim bramando de dor e furia. Encontrei John excitadissimo. Ao que parece, o elephante, apenas ferido, rompera contra elle (que meramente teve tempo de se desviar com um salto), e seguira, furioso e sem vêr, para a banda do nosso acampamento. O resto do rebanho no emtanto, espavorido, rompera para o outro lado, através da espessura.

Durante um momento ficámos indecisos

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