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Ao tempo destes acontecimentos, cuja importância talvez escape ao leitor L' indiferente, que não perscruta os arcanos da história, nem se ocupa do encadeamento dos fatos, ainda a leal cidade de São Sebastião não tinha bispo, e muito menos capelão-mor.

Mas por isso não deixava o povo fluminense de ser menos religioso, do que é hoje em dia; nem também de grassar pela recente colônia essa lepra social, que chamam com a maior propriedade de "lazarismo", e que vai cada vez mais carcomendo a consciência da grande cidade imperial.

Era então administrada a igreja fluminense por uma simples prelazia criada desde 1557 por breve de Gregório III; e no ano de 1659 ocupava esse cargo o Doutor Manuel de Sousa e Almada, presbítero do hábito de São Pedro.

Nomeado por provisão de 12 de dezembro de