O engenhoso fidalgo D. Quichote de la Mancha
O ENGENHOSO FIDALGO
DOM QUICHOTE
DE LA MANCHA
POR
MIGUEL DE CERVANTES SAAVEDRA
TRADUCTORES
VISCONDES DE CASTILHO E DE AZEVEDO
COM OS DESENHOS DE GUSTAVO DORÉ
GRAVADOS POR H. PISAN
VOLUME PRIMEIRO
PORTO
IMPRENSA DA COMPANHIA LITTERARIA
132, CAMPO DOS MARTYRES DA PATRIA, 132
M DCCC LXXVI
INDICE
POR
CAPITULOS DO PRIMEIRO VOLUME
PRIMEIRA PARTE
Pag.
Prefacio
V
3
LIVRO PRIMEIRO
III —
No qual se conta a graciosa maneira que teve D. Quichote em armar-se cavalleiro
20
IV —
Do que succedeu ao nosso cavalleiro, saindo da venda.
26
V —
Em que se prosegue a narrativa da desgraça do nosso cavalleiro
32
VI —
Da curiosa e grande escolha que o Padre Cura e o barbeiro fizeram na livraria do nosso engenhoso fidalgo
36
VII —
Da segunda saida do nosso bom cavalleiro D. Quichote de la Mancha.
42
VIII —
Do bom successo que teve o valoroso D. Quichote, na espantosa e jamais imaginada aventura dos inoinhos de vento, com outros successos dignos de feliz recordação.
47
LIVRO SEGUNDO
IX —
Em que se conclue a estupenda batalha que o galhardo biscainho e o valente manchego tiverain
55
X —
Graciosas practicas entre D. Quichote e seu escudeiro Sancho Pança
60
XI —
Do que a D. Quichote succedeu com uns cabreiros
65
XII —
Do que referiu um cabreiro aos que estavam com D. Quichote
72
XIII —
Em que se dá fim ao caso da pastora Marcella, com outros successos
77
XIV —
Onde se põem os versos desesperados do pastor defuncto, com outros imprevistos successos
80
LIVRO TERCEIRO
XV —
Em que se conta a desgraçada aventura, que a D. Quichote occorreu com uns desalmados yanguezes
95
XVI —
Do que succedeu ao engenhoso fidalgo ma venda que elle imaginava ser castello
101
XVII —
Em que se proseguem os innumeraveis trabalhos, que o bravo D. Quicbote e seu escudeiro Sancho Panca passaram na venda, que o fidalgo por seu mal cuidara ser castello
107
XVIII —
Onde se contam as razões que passou Sancho Pança com seu senhor D. Quichote, com outras aventuras dignas de ser contadas
114
XIX —
Das discretas razões que Sancho passava com o amo, e da aventura que lhes succedeu com um defuncto, e outros acontecimentos famosos
122
XX —
Da nunca vista nem onvida aventura que jamais cavalleiro algum famoso no mundo acabou, e a concluiu, quasi sem perigo, D. Quichote de la Manclia
128
XXI —
Que tracta da alta aventura e preciosa ganancia do elmo de Mambrino, com outras cousas suecedidas ao nosso invencivel cavalleiro
139
XXII —
Da liberdade que D. Quichote deu a muitos desafortunados, que iam levados contra sua vontade onde elles por si não quereriam ir
148
XXIII —
Do que ao famoso D. Quichote succedeu em Serra Morena, que foi uma das mais raras aventuras contadas n’esta verdadeira historia
157
XXIV —
Em que se prosegue a aventura da Serra Morena
166
XXV —
Que tracta das extranlias coisas que em Serra Morena succederam ao valente cavalleiro da Mancha, e da imitação que fez da penitencia de Beltenebros
173
XXVI —
Onde se proseguem as finezas que de enamorado fez D. Quichote em Serra Morena
186
XXVII —
De como se houveram o Cura e o barbeiro; com outras cousas dignas de ser contadas n’esta grande historia
193
LIVRO QUARTO
XXVIII —
Que tracta da nova e agradavel aventura succedida na mesma Serra ao Cura e ao barbeiro
205
XXIX —
Que tracta do gracioso artificio e ordem que se teve en tirar o nosso namorado cavalleiro da muita aspera penitencia em que se havia posto.
215
XXX —
Que tracta da discrição da formosa Dorothén, com outras cousas de muito sabor e passatempo
224
XXXI —
Das saborosas conversações que bouve cntre D. Quichote e o seu escudeiro, com outros successos
232
XXXII —
Que tracta do que na venda succedeu a todo o rancho de D. Quichote
239
XXXIII —
Onde se conta a Novella do curioso impertinente
243
XXXIV —
Em que se prosegue a Novella do curioso importinente
289
XXXV —
Em que se tracta da grande e descomunal batalha que teve D. Quichote com uns odres de vinho tinto, e se dá fim á Novella do curioso importinente
273
XXXVI —
Que tracta de outros successos raros que no tavema succederam
281
XXXVII —
No qual se prosegue com a historia da famosa infanta de Micomicão, e de outras graciosas aventuras
290
XXXVIII —
Em que se continúa o discurso que fez D. Quichote sobre as armas e letras
299
XXXIX —
Onde o captivo conta a sua vida, e successos d’ella
303
XL —
No qual se continúa a listoria do captivo
310
XLI —
No qual o captivo continua a sua liistoria
320
XLII —
Em que se tracta do mais que succede na estalagem, e de outras cousas dignas de serem conhecidas
334
XLIII —
Onde se conta a agradavel historia do moco das mulas, com outros estranhos successos acontecidos na venda
340
XLIV —
Onde se proseguem os inauditos successos da venda
349
XLV —
Onde se acaba de averiguar a duvida do elmo de Mambrino e da albarda, e de outras aventuras succedidas com toda a verdade
356
XLVI —
Da notavel aventura dos quadrilheiros, e da grande ferocidade do nosso bom cavalleiro D. Quichote
362
XLVII —
Do modo estranho como foi encantado D. Quichote de la Mancha, com outros successos
369
XLVIII —
Onde prosegue o conego no assumpto dos livros de cavallaria, com outras cousas dignas do seu engenho
377
XLIX —
Onde se tracta do discreto colloquio que Sancho Panca teve com seu amo D. Quichote
383
L —
Das discretas altercações que D. Quichote e o conego tiveram, com outros successos
389
LI —
Que tracta do que contou o cabreiro a todos os que levavam D. Quichote
394
LII —
Da pendencia que teve D. Quichote com o cabreiro, com a rara aventura dos penitentes, a que felizmente deu fim á custa do seu suor
398