Historia de Napoleão Bonaparte (Tomo I)/1
CAPITULO I.
Napoleão Bonaparte nasceo em Ajaccio, na ilha de Corsega, a 15 d՚Agosto de 1769, de Carlos Bonaparte e de Lætitia Ramolino. Se viveramos em tempos mais favoraveis do que são os d՚agora aos prestigios, e ás maravilhas, seu nascimento nāo deixaria de ser acompanhado de predicções populares e até de signaes celestes A māi de Bonaparte, mulher dotada d՚uma compleição robusta e ao mesmo tempo de grande animo , como quem havia accompanhado seu marido na guerra, com quanto estivesse de esperanças e no ultimo mez de sua gravidez, quiz ir ouvir missa naquelle dia por ser o da Assumpçāo de Na Sa; mas estando na igreja sobrevierāo-lhe as dores, e teve de voltar a toda pressa para casa, onde apenas entrou, deo á luz um menino que foi deposto numa d՚estas antigas tapeçarias em que se viaāo debuxados os heróes e semi-deoses da fabula e da Iliada. Era aquelle recem-nascido o heróe, cuja historia escrevemos.
Certos escriptores, prevalecendo-se da reconhecida nobreza da familia de Bonaparte, tratárāo durante o seu consulado, e quando presentiāo estava proximo o restabelecimento da monarquia, de tecer-lhe uma genealogia real, promettendo-lhe aparentál-o com os antigos monarcas do Norte. Porêm Bonaparte, possuido e animado do espirito da revoluçāo franceza, e entendendo que o seu proprio merito e proezas lhe haviāo servido de escada para subir-se dos gráos inferiores da milicia ao supremo mando, a unica resposta que lhes fez, foi a de declarar nos diarios, que os titulos de nobreza que tinha erāo os serviços que fizera á patria; assim que começára a ser nobre, quando ganbára a batalha de Montenotte.
Carlos Bonaparte, pai de Napoleão, havia feito seus estudos em Pisa e em Roma, juntava á instrucçāo bastante facundia, e o que é mais, nāo pequena vehemencia e energia, de que deo provas em varias occasiões, e particularmente na consulta extraordinaria que houve em Corsega ácerca da submissāo d՚esta ilha á França. Passados annos, apresentou-se Carlos Bonaparte em Versalhes á testa da deputaçāo da sua provincia, e por occasião do rompimento e desavença em que viviāo os dous generaes francezes que commandavāo em Corsega, de Marbœuf e de Narbonne Pelet.
Tinha o ultimo d՚estes generaes grande credito e valimento na Côrte, o que nāo obstante, nāo fôrāo as suas reclamações attendidas, por serem victoriosamente refutadas pela autoridade e franqueza de Carlos Bonaparte, o qual advogou eloquentemente por M. de Marbœuf, por entender que assim o requeriāo a verdade e a justiça.
Tal foi o unico e verdadeiro motivo da protecçāo, que d՚entāo em diante este fidalgo concedeo á familia de Bonaparte.
Era Napoleāo o segundo dos filhos de Carlos Bonaparte, e sem embargo d՚esta particularidade, era considerado, e obedecido como se fôra o primogenito, titulo que lhe havia dado, estando para morrer, o arcediago Luciano, seu tio, irmāo de seu avô, protector e arrimo de toda a familia, recommendando a José, que era o mais velho, de sempre o ter presente na lembrança ; de sorte que ao depois dizia Napoleāo, fallando d՚esta particularidade, que havia sido uma verdadeira desherdaçāo, uma scena em tudo parecida com a de Jacob e Esaú.
D՚esta extraordinaria distincçāo foi Bonaparte merecedor por ser d՚um genio grave e reflectido, e d՚um juizo sāo, e pelo alto descortino, de que logo ao sair da adolescencia, havia dado mostras.
Entrando em 1777 na escola militar de Brienne entregou-se Napoleāo aos estudos, e com especialidade ao da historia, da geographia e das sciencias exactas, e distinguio-se principalmente nas mathematicas. Desde logo mostrou tambem uma grande propensāo para as materias que diziāo respeito á politica ; e amigo ardente da independencia da sua patria, fallava com veneraçāo de Paoli, e o defendia com calor e vehemencia contra o modo de pensar de seu proprio pai.
É falso o que tem apparecido por diversas vezes impresso , que Napoleāo no collegio folgava de viver só ; que era de seu natural taciturno, e nāo tinha amigos ; é igualmente contrario á verdade, por mais que o tenha asseverado M. de Bourienne depois que descahio da graça, que era na conversaçāo desabrido e pouco affectuoso. Tachárāo-no de misanthropia e d՚um coração secco, por isso que tinha mais gravidade do que aquella que de ordinario se encontra nos mancebos de sua idade, e parecia algum tanto severo e duro ; porêm sem fundamento ; que era Napoleāo naturalmente d՚um genio brando e affectuoso quando adolescente, e só na época da puberdade se lhe alterárāo estas naturaes disposições por effeito de certa melancolia que o tornou algum tanto desconversavel. Tal é pelo menos o que elle mesmo de si affirmou, quando desterrado na ilha de Santa-Helena.
Sustentárāo alguns escriptores, que a paixāo para a solidāo e a propensāo decisiva que mostrára em verdes annos para os exercicios militares haviāo sido occasiāo para encerrar-se em seu jardim, e nelle fortificar-se contra o accommettimento de seus camaradas ; isto é tāo contrario á verdade, que um dos sobreditos camaradas se determinou a desmentir este boato , relatando-nos a particularidade que deo motivo a esse conto, e foi a celebre invençāo d՚um forte feito de neve, posto em sitio e defendido com balas da mesma substancia.
No inverno de 1783 para 1784, refere este condiscipulo de Napoleāo, memoravel pela grande quantidade de neve que choveo, achava se Napoleāo por extremo dissaboreado, por isso que se via privado das florestas e desvios por onde tanto folgava de ir espairecer, e era obrigado durante as horas de recreio a misturar-se com os seus camaradas, e a passeiar com elles numa grande sala. Para livrar-se de tāo aborrecido e monotono passeio, teve Napoleāo a industria de exaltar as cabeças de todos os seus condiscipulos , e de persuadir-lhes que passariāo aquellas horas mais agradavelmente , se se determinassem com pás a romper por meio da neve , abrir trincheiras , construir muralhas, parapeitos, terraplenos, fazer emfim uma especie de fortaleza. « Em ella estando concluida, dizia Napoleāo, podemos repartir-nos em pelotōes e pôl-a em sitio ; e como fui eu que tive a lembrança d՚este novo divertimento, sobre mim tomo a direcção do assalto. »
Approvárāo os ccndiscipulos com alegria o alvitre, e passárāo immediatamente a pôl-o em execuçāo ; e aquelle arremêdo de guerra durou por espaço de quinze dias, no cabo dos quaes foi mister pôr-lhe termo, porque sendo já pouca a neve de que faziāo balas , e levando estas alguns seixos e cascalhos, muitos dos sitiados e dos sitiantes se achárāo gravemente feridos.
Para a tal ponto exaltar os animos de seus condiscipulos, forçoso é que Napoleāo, apezar do seu modo de viver retirado, conservasse uma certa influencia sobre a maior parte d՚elles, e que nas relaçōes, que com os mesmos de necessidade devia de ter, se nāo mostrasse tão desconversavel , duro , severo e caustico , como o hāo representado alguns dos que tem escripto a sua vida.
Era Napoleāo estimado de seus camaradas, e o que mais é, em gráo eminente de seus proprios professores; os quaes pela maior parte affirmárāo ao depois , lhe haviāo vaticinado os grandes destinos que lhe estavão reservados. Seu mestre de historia , M. de l՚Eguille , sendo já Bonaparte imperador, dizia que nos archivos da escola militar se devia achar uma nota escripta de sua māo , na qual em poucas palavras elle havia prognosticado a futura elevação do seu discipulo. Era a nota concebida nos seguintes termos : « Corso de naçāo, tem de ir longe, se as circumstancias lhe forem favoraveis. »
Domairon , seu professor de bellas lettras , que ao depois veio a occupar um mui distincto lugar entre os rhetoricos, comparava as amplificações do joven Napoleāo com um pedaço de granito aquecido ao fogo d՚um volcāo.
No concurso de 1785 foi Napoleāo escolhido pelo cavalheiro Keralio para entrar na escola militar de Pariz. Debalde houve quem representasse áquelle official general, que fazia as vezes de inspector, que aquelle discipulo nāo tinha ainda a idade competente, nem havia feito progressos senāo nas mathematicas. «Sei o que faço, replicou o inspector, e se nesta occasião me nāo conformo com os estatutos, certo que o nāo faço por considerações de familia, pois que nāo conheço a d՚este discipulo ; mas tāo sómente por seu proprio respeito, e porque descubro nelle certa faisca de engenho que está pedindo cultivo».
Entrando nesta nova escola ficou Napoleāo nāo menos admirado que pezaroso , vendo a educaçāo molle e luxuosa que se dava á mocidade que era todavia destinada para a vida dura dos campos, e para a aspera profissão das armas. Assumpto que elle tratou em uma memoria que apresentou a M. Berton. Representava-lhe elle, que os discipulos sendo quasi todos, se bem gentis-homens, pouco abastados de bens, em vez de adquirirem com aquella educaçāo os dotes do espirito de que tanto careciāo, nāo faziāo mais que aprender a serem vāos e presumidos, de sorte que quando voltassem para casa dos pais, com custo se amoldariāo com o modo de viver modesto que nellas se observava, e teriāo em pouco aquelles de quem descendiāo. Observava-lhe que, em lugar de fazer servir os discipulos por um sem-numero de criados, de lhes dar todos os dias um jantar sumptuoso, e apresentar-lhes um picadeiro dispendioso tanto em razāo do numero dos cavallos, como pela grande multidāo de picadores, e moços d՚estribaria que era mister, talvez fosse mais util e prudente obrigál-os a servirem-se a si mesmos, todas as vezes que isto se ajustasse com a continuaçāo dos estudos; por isso que acostumados a uma vida frugal, e a vestirem-se com decencia, se tornariāo mais robustos, e se achariāo com forças para resistir ás inclemencias das estações e ás fadigas do serviço militar, infundindo em quantos servissem debaixo de suas ordens respeito e uma céga obediencia. Em tāo verdes annos lançava Bonaparte naquella memoria os alicerces d՚uma instituição que havia de realizar ao depois quando homem, e no auge da grandeza.
Os brilhantes exames que fez o estremárāo de seus condiscipulos na escola de Pariz, como o haviāo feito na de Brienne, e saindo d՚ella entrou no posto de tenente no regimento d՚artilharia de La Fère, que nesse tempo se achava em Grenoble.
Estando em Pariz, e tendo tāo sómente dezoito annos, era Bonaparte recebido com familiaridade pelo abbade Raynal, com quem discutia os mais difficeis assumptos de historia, legislaçāo e politica, e nāo parecia hospede nelles.
Passando de Grenoble para Valença, onde nessa occasião se achava parte de seu regimento, foi apresentado nas melhores sociedades, e particularmente na de madama du Colombier, mulher de grande merecimento, a cuja casa concorria quanto havia de mais distincto : ali tomou Bonaparte conhecimento com M. de Montalivet, que veio depois a ser seu primeiro ministro.
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Tinha madama du Colombier uma filha que foi o objecto da primeira paixāo d՚amor que experimentou o joven official d՚artilharia. Esta primeira inclinaçāo terna, e ao mesmo tempo innocente, foi igualmente sentida por aquella que a havia motivado, e os dous amantes tiverāo algumas entrevistas nas quaes, segundo o dizer do proprio Bonaparte, toda a dita de ambos consistia em comerem de companhia algumas cerejas.
Nāo se tratou de modo algum de casamento, nem madama du Colombier, com quanto fizesse grande caso d՚aquelle mancebo, teve a menor idea de concluir semelhante alliança ; porêm em recompensa dizem que lhe prognosticára os mais altos destinos, e que, estando para morrer, lhe renovára os mesmos prognosticos, quando já havia rebentado em França a revoluçāo que devia contribuir para que elles se verificassem.
Apezar d՚estes primeiros amores e de seus primeiros successos nas relações sociaes, proseguia Bonaparte em seus graves estudos, esmerando-se em resolver os mais difficeis problemas da economia social : assim que tendo a academia de Lyāo proposto por premio a soluçāo do quesito suggerido pelo abbade Raynal, a saber: « Quaes sāo os principios e as instituiçōes que se devem inculcar no animo dos homens para felicitál-os o mais que é possivel? » Napoleāo alcançou o premio, por isso que havia respondido segundo os principios philosophicos do seculo xviii°. Como quer que seja, parece que a memoria d՚este triumpho mais tarde lhe pa- receo bem pouco lisongeira, pois que, sendo elle já imperador, e apresentando-lhe Talleyrand a memoria que fôra laureada, não perdeo tempo em a deitar ao fogo.
Entretanto rebentou a revoluçāo e toda a mocidade franceza instruida a acolheo com enthusiasmo, por isso que via na nova ordem de cousas postas a final em pratica as doutrinas encyclopedicas; com que havia sido creada. Nāo lhe fez companhia porêm no enthusiasmo a nobreza, que era numerosa no exercito, por isso que estava infatuada de seus titulos e privilegios. Porêm os preconceitos da fidalguia deviāo ponderar bem pouco para com um official de quem Paoli havia com razāo affirmado que era talhado pelo molde dos antigos, e um dos homens de Plutarco : de sorte que nāo seguio Napoleāo o exemplo da maior parte de seus camaradas, que em vez de contribuirem para a regeneraçāo da patria, emigrárāo para paizes estrangeiros. Verdade é que devia nesta occasiāo ajudál-o muito a persistir em suas opiniōes e principios a consideraçāo de seus proprios interesses, e da gloria que poderia vir a alcançar, e póde tambem ser o ter elle dito ao seu capitāo na occasiāo em que abraçava o partido dos fautores da nova ordem de cousas « que nāo havia melhor tempo para um militar, que se sentia com talento e valor, que o de uma revoluçāo; porêm pede a razāo que nāo o imputemos unicamente a considerações de puro interesse, despojando de toda a moralidade politica o patriotismo ardente, de que elle deo provas fallando e escrevendo, antes de haver rebentado a revoluçāo. Todo aquelle que pretende ter parte na direcçāo dos publicos negocios nāo deve encerrar-se na nullidade especulativa d՚um ideólogo, nem na abnegaçāo ascetica d՚um religioso; que nāo se podem fazer cousas verdadeiramente grandes, nem promover a felicidade e adiantamento dos povos com esse desinteresse absoluto, signal as mais das vezes da falta de capacidade : póde-se pois dizer que foi ventura que entre os militares e legisladores que abraçárāo em França, em 1789, o partido da reforma se encontrassem homens avidos da gloria que se adquire por serviços eminentes, ou ambiciosos d՚um mando, que facilita a realisação de bem concebidos e uteis projectos; que foi uma verdadeira felicidade para a França que entre um semnumero de ambiciosos cuja presença deo um certo ar de vida e de movimento ao drama da revoluçāo, e fez com que se nāo convertesse em um espectaculo insipido e frio, posto que sanguento, houvesse um legislador militar capaz de aspirar a um renome e a uma autoridade sem limites, e de conseguíl-o por trabalhos sem conto, encaminhados á sua propria gloria, e juntamente ao adiantamento e progresso da civilização da Europa.
Seguio pois Bonaparte o partido que suas proprias convicções lhe representavāo como o mais razoavel ; e ao mesmo tempo que obedecia a certo pressentimento de seu futuro destino, abraçou com calor a causa do povo; nāo que fosse este seu patriotismo tāo cégo e obstinado que lhe estorvasse de guardar uma certa aversão involuntaria e instinctiva a toda especie de anarquia, assim que tal era a indignação que n՚alma lhe lavrava, e a dôr de que se sentia penetrado, sendo obrigado a presenciar as scenas demagogicas que acompanhárāo a agonia do poder real, que achando-se nas Tuilerias no terrado da borda d՚agua, na occasiāo em que um homem do povo punha na cabeça de Luiz XVI um barrete da liberdade, nāo se pôde ter que nāo rompesse nas seguintes palavras: « Como deixárāo entrar até aqui esta gentalha ? Dever-se-ia com algumas peças d՚artilharia exterminar quatrocentos ou quinhentos , e os mais se poriāo em fuga. »
Depois de haver sido testemunha da catastrophe de 10 d՚Agosto que elle havia antevisto, e considerado como uma consequencia inevitavel e imminente da scena de 20 de Junho, sem cessar de ser addicto á causa da revoluçāo, e todavia por pressentimento ou convicçāo inclinado ás ideas de ordem, e á consideraçāo que é devida a todo aquelle que governa, passou-se Bonaparte da capital da França para a ilha de Corsega, sua patria; onde em chegando soube que Paoli trabalhava secretamente em favor de Inglaterra. Francez e amigo de sua patria, concebeo com isto Bonaparte grandissimo pezar, e nāo duvidou despedaçar com suas proprias māos o idolo que estava acostumado a venerar desde a infancia, e tomando o commando da guarda nacional combateo quanto pôde contra o mesmo ancião que até entāo havia respeitado e admirado.
Ficando a facçāo ingleza com a melhoria, e o seu triumpho tendo sido acompanhado do incendio d՚Ajaccio, a familia de Bonaparte, cuja casa havia sido pasto das chammas, acolheo-se á França e foi residir em Marselha. Pouco tempo se demorou Bonaparte naquella cidade, deo-se pressa em partir para Pariz, onde os acontecimentos se succediāo com tal rapidez e violencia, que a cada dia, e a cada hora se manifestava uma nova crise.
O meio dia da França havia arvorado a bandeira do federalismo, e Toulon tinha cahido em poder dos Inglezes por traiçāo. Para remediar estes desastres havia a convençāo confiado ao general Cartaux a difficil missāo de reduzir á obediencia da republica aquella cidade, e de castigar com a possivel brevidade os rebeldes e os traidores.
Entrando este general victorioso em Marselha , tratou-se logo do sitio de Toulon ; para cuja empresa foi Napoleāo mandado na qualidade de commandante da artilharia. Nessa occasiāo publicou elle um opusculo de que se nāo faz mençāo no Memorial de Santa-Helena, e que assentamos deviamos mencionar, por isso que alêm de M. de Bourienne haver expressamente affirmado que Bonaparte lhe fizera presente d՚um exemplar, o sobredito escripto encerra opiniōes como as que nesse tempo devia de ter um patriota exaltado, e um militar dotado de summa habilidade. Nelle se acha a respeito do alevantamento do meiodia, e do episodio do federalismo, um modo de pensar que delata a sā razāo e bom senso do simples official d՚artilharia, qualidades que tanta admiraçāo motivárāo pelo tempo adiante quando imperador.
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